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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

É Lícito Para Um Cristão Assistir Ou Até Mesmo Participar Do Big Brother Brasil? Opine

A vida dentro do confinamento desperta brigas, imoralidades, confusões e outras situações condenadas pela Bíblia




É lícito para um cristão assistir ou até mesmo participar do Big Brother Brasil? Opine!

Estreou nesta terça-feira, 10, a 12º edição do reality show Big Brother Brasil, um grande sucesso da TV brasileira que eleva o ibope da Rede Globo ao mostrar como os 16 participantes desconhecidos conseguem sobreviver à provas, isolamento e convivência com pessoas diferentes.

Acontece que nesta edição o BBB convidou duas participantes que se declaram evangélicas, um cristão pode participar de um programa que incentiva disputas e imoralidade? Como um evangélico deve se comportar ao aceitar participar de um reality show?

Para o pastor Armando Taranto Neto “um cristão não deveria participar de um ‘Reality Show’, pois um crente fiel não se encaixaria na vida de simulação e malignidade que são comuns nesse tipo de programa”. O líder da Igreja Assembleia de Deus em Itajaí, Santa Catarina, explica que esses programas é uma simulação do real que induz as pessoas a praticarem o que não é certo diante de Deus.

“Os ‘Reality Show’ procuram induzir, não só os participantes, mas também espectadores, ao mundo da simulação, da ilusão; tudo em nome de uma disputa, um embate, um vale tudo de imoralidades, mentiras, fofocas, adultérios, erotismos, prostituições, invejas, porfias, etc”, disse ele.

Já o pastor Ariovaldo Carlos Junior, do Manifesto Missões Urbanas em Uberlândia, diz que um cristão só poderia participar desses programas se fosse com a intenção de ser diferente dos demais participantes.

“Eu participaria de um BBB, mas ou iria pra fazer diferente ou então nem perderia meu tempo. O que dá desânimo em assistir mais uma edição é saber que as pessoas são previsíveis demais”, disse ele que acredita que as jovens Jakeline e Kelly irão decepcionar os evangélicos.

“Elas vão nos decepcionar. Até queria pensar que será diferente, mas provavelmente não será”, sentencia o pastor que lamenta o fato de verdadeiros cristão não serem convidados para participarem desses programas.

Assistir ou não assistir?

De fato o programa alcança números altos de Ibope, mas o evangélico pode assistir esse tipo de programa? Os pastores acreditam que não é lícito ser espectador de programas como esses, onde as pessoas são levadas a cometerem diversos erros morais.

O pastor assembleiano pontua que um BBB (e/ou Fazendeiro) precisa ser: alguém de dupla personalidade, mentiroso, alguém que pratica a prostituição e ganancioso, atitudes condenadas pela Bíblia, mas se apesar de saber disso o cristão ainda tiver o desejo de assistir ou participar de um programa como esses ele estará enquadrado no que diz em Isaias 5:18-25.

“Amado irmão, não troque o ‘Evangelho Real’ pela abominação ‘Irreality’, ainda que seja um ‘Show’”,aconselha Armando Tarando Neto.

Ariovaldo chama atenção para o desejo da emissora, no caso a Rede Globo, de chamar a atenção dos evangélicos colocando participantes que se declaram como crentes. “O que tá pegando é a Globo recrutando evangélicos nominais pra atrair a simpatia do mercado Gospel. E os crentes cairão como patinhos”, disse.

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/

Chega De Super-Heróis

Afinal de contas, quem é Apolo? Quem é Paulo? Apenas servos por meio dos quais vocês vieram a crer, conforme o ministério que o Senhor atribuiu a cada um. Eu plantei, Apolo regou, mas Deus é quem fazia crescer; de modo que nem o que planta nem o que rega são alguma coisa, mas unicamente Deus, que efetua o crescimento - 1 Coríntios 3:5-7 (NVI)

Chega de super-heróis

O último filme de super-herói que assisti foi o “Capitão América: o primeiro vingador” (2011). Detestei. Não apenas por considerar o filme sonolento e sem originalidade alguma, mas principalmente pelo fato de que essa ideologia individualista em que uma só pessoa resolve tudo me irrita.

A vida real não é assim. O pequeno e frágil ser humano ao nascer, se não tiver cuidado e supervisão de um adulto morrerá de fome. Depois, ao crescer, estudamos – o que aprendemos é fruto do trabalho de outros que partilharam. Até um simples banho significa que dependemos de outras pessoas – que cuidam da água, da energia elétrica, etc. Ninguém está no topo dessa cadeia de dependência, somos parte de um processo de dependência mútua.

Quando o apóstolo Paulo trata das invejas presentes na igreja de Corinto ele percebe o foco errado daqueles crentes. Líderes não são super-homens ou supermulheres. São apenas pessoas chamadas por Deus que fazem a parte que lhes cabe. Líderes são servos e não devemos fazer ‘culto à personalidade’ pois “nem o que planta e o que rega são alguma coisa, mas unicamente Deus, que efetua o crescimento.”

Paulo tinha consciência de sua pequenez como ser humano. Sua experiência em Atenas foi marcante neste sentido, pois ali diante da incredulidade dos sábios (Atos 17.32,33) aprendeu a depender mais do poder de Deus e menos das suas capacidades intelectuais. (1 Coríntios 2.1-5)

Mas esse ainda é um problema típico dos evangélicos de hoje: o complexo de Messias. A psicologia define esse complexo como a ideia de que sozinho se pode mudar o mundo. Desta forma o pastor ao liderar uma igreja, alimenta algumas ilusões de que ele, sozinho, será a solução para aquele local. Ele, sozinho, vai evangelizar uma cidade de 100 mil habitantes. Ele, sozinho, vai conseguir atingir a todas as famílias, suprir todas as necessidades e fará um sucesso estrondoso. E assim, nesse individualismo enganoso, o pastor se esquece de que ele é ‘uma parte’ no processo de crescimento do Reino de Deus. Talvez ele esteja plantando para que outro colha. Talvez colha, mas não pode esquecer-se daquele que com dificuldade amoleceu a terra e plantou antes dele.

Para piorar, as igrejas, também alimentam tal expectativa em relação ao pastor. Esperam uma espécie de Messias. Suas orações são consideradas mais fortes, sua palavra inquestionável. Se os filhos estão rebeldes, “chame o pastor”. Se os pequenos não obedecem, “ameace” usando a pessoa do pastor. Aquele parente duro de coração que sempre resistiu ao evangelho – não tem problema, leve o pastor para uma visita e responsabilize-o para que visite semanalmente.

A consequência deste foco demasiado na pessoa do líder não tarda em vir – para o pastor e para a igreja. O pastor logo se frustra, pois com o tempo percebe que não é ‘aquilo tudo’ que imaginava. Apesar dos seus esforços o campo não cresce como gostaria, as coisas não caminham como o desejado. E por causa do complexo de Messias que alimenta, as dificuldades podem levá-lo a uma crise ministerial ou existencial. Corações duros e insucesso fazem parte do ministério – o pastor precisa estar consciente disso. (Isaías 6.9,10 – Mateus 13.1-9)

Por outro lado, a igreja que foca muito na pessoa do pastor como ‘solucionador geral’ não demora a procurar outro. Afinal, se buscam o super-homem, nenhum pastor será bom o suficiente. Por isso algumas trocam de pastor como quem troca de roupa e ao invés de compartilharem palavras de edificação só sabem passar à frente fofocas e amarguras. (Efésios 4.29)

Igreja e pastor precisam se libertar desse conceito individualista de super-herói ou super-pastor. Precisamos restaurar a ideia de equipe, de grupo, de Corpo. (1 Coríntios 12.27). Um piloto de avião só consegue exercer no céu sua responsabilidade de transportar com segurança centenas de passageiros se houver em terra praticamente um exército de pessoas ajudando.

Disso aprendemos que se uma igreja quer crescer, se desenvolver, ela deve, juntamente com o seu pastor, se engajar no Reino de Deus. Se o sucesso ocorrer, será fruto da ação de todos. Se o fracasso vier, a responsabilidade e divisão de fardos serão de ambos os lados.

Tenhamos mais humildade e saibamos que somos apenas parte de um processo. O resultado vem do nosso Pai. Chega de super-heróis, de super-humanos, de super-pastores. Dependamos mais um dos outros e de Deus.

Andrei de Almeida Barros

Andrei de Almeida Barros - + Artigos

Casado com Fabiana Fortes, ambos pais de Isabelle. Em 1998 trabalhou como missionário em Portugal. Formou-se em Teologia (2003) pelo Seminário Presbiteriano do Sul - SPS. Pastoreia atualmente a Igreja Presbiteriana de Itatinga, SP. É fundador e editor do blog http://www.maxmode.blogspot.com

Fonte: gospelprime.com.br/Artigos

Porque O Criacionismo É Óbvio

Afirmo que ateísmo é uma forma de fé porque a ciência prova que algo existe ou não.

Porque o criacionismo é óbvio

A verdade possui sintonia com a moderação e, seguramente, não se consegue defender uma verdade com ofensa ou sarcasmo. Por esse motivo, decidi escrever esse artigo para esclarecer alguns pontos importantes sobre as críticas que recebo em relação à minha fé e sobre os questionamentos feitos por alguns que se dizem ateus e se propõem a atacar a quem quer que seja que tenha alguma fé diferente da sua.

Afirmo que ateísmo é uma forma de fé porque a ciência prova que algo existe ou não. Por isso há o sinal científico de existe e não existe. Basta consultar um livro de matemática, física e outras ciências que usam a lógica para aprender a respeito. Assim, se alguém afirmar cientificamente algo, deve provar. Se não submeter ao crivo da prova científica, é fé. Como ateus não provam que Deus não existe, afirmam por fé. Do contrário, no máximo poderão afirmar: “não sei se Deus existe”.

Preliminarmente sei que o mundo está em constante evolução. A altura média do homem hoje é maior do que há 100 anos atrás. Há evoluções geológicas decorrentes de erosões, movimentos sísmicos, e outras. Há também animais que se extinguem e várias outras formas de evolução. A linha do evolucionismo que sou contrário é a que afirma ou induz que o universo surgiu espontaneamente ou que afirma que o homem originou-se do macaco.

Alguns ateus alegam que não há artigos científicos sobre o criacionismo. Acho que artigos desta natureza são dispensáveis. Os artigos científicos não costumam debater coisas óbvias. O que é aceito como pressuposto, premissa ou verdade universal dificilmente se torna objeto de polêmicas que mereçam grande concentração de esforço da pesquisa científica.

Achar, por exemplo, que estruturas complexas, funcionais, regidas por leis científicas modeláveis surgiram espontaneamente parece ser pouco razoável. Quanto mais complexas, mais difíceis são de serem criadas. Mais difíceis ainda de terem surgido espontaneamente.

Por exemplo, não vejo artigos científicos que confrontam posições de cientistas que queiram provar que um mais um não seja dois. Isso é uma premissa aceita e, se alguém quiser fazer uma demonstração diferente, esta pessoa precisará derrubar esta premissa.

Se levarmos para o lado prático, esta situação pode ser ilustrada pela seguinte situação: se astronautas encontrarem na lua uma casa construída de acordo com as normas de engenharia, um grupo de pessoas poderá pensar que alguém construiu a casa seguindo as referidas normas. Outras poderão achar que foi um processo evolutivo que permitiu o surgimento daquela casa, já que a lua não é habitada por seres humanos.

Quem acha que alguém construiu a casa, parte da premissa que pessoas estiveram lá. Quem acha que surgiu por processos evolutivos, tentará encontrar argumentos que justifiquem esta hipótese partindo de algumas premissas. Ambos entenderão que a casa teve etapas intermediárias de construção e provarão isso. As evidências mostrarão diversas etapas da “evolução” ou “construção” daquela casa. Se for um mecanismo mais complexo, será mais difícil ainda acreditar que teria surgido espontaneamente.

Se ninguém assistiu a construção não haverá testemunhas e o debate se estabelecerá. Neste caso, eu ficaria com os que acreditam que alguém esteve lá, pois não é comum casas com instalações elétricas e hidráulicas aparecerem construídas aqui na terra, muito menos na lua onde os materiais e condições físico-químicas são diferentes daqui. Se for um equipamento mais complexo, mais certeza ainda eu teria de que alguém projetou e construiu. Jamais vi algo na engenharia que me fizesse acreditar diferente.

Se eu fosse pesquisar o tema, investiria na linha de descobrir quem esteve lá, jamais na outra de achar que a construção surgiu espontaneamente.

Estudando, percebi que tanto na física clássica quanto na física quântica, no mundo macro e no mundo micro, há leis universais modeláveis. Há efeitos de alta complexidade que envolvem estruturas macroscópicas e microscópicas. Estudando química e física nuclear percebi que estruturas cristalinas microscópicas são complexas e bem construídas, com perfeição extraordinária.

Reações químicas e nucleares possuem perfeição e beleza digna de estudos, pesquisas e apreciação. Estas coisas todas teriam surgido espontaneamente? As leis que as regem teriam sido estabelecidas sem nenhuma interferência externa? A sincronia e perfeição da natureza e do ser humano, tudo se organizou espontaneamente?

Acreditar no surgimento espontâneo do universo seria o mesmo que acreditar que ao explodir-se uma montanha, uma cidade poderia ser erguida, ou o mesmo que a explosão de um ferro velho poderia fazer surgir um carro novo, ou que a explosão de uma gráfica produziria vários livros impressos, encadernados e prontos para o uso.

A estrutura de uma cidade, de um carro e de um livro é bem mais simples que toda a estrutura do universo, tanto no aspecto micro, quanto no aspecto macro. Portanto, prefiro acreditar que há um criador.

Debater o universo afastando-se a hipótese de um criador é uma linha passível de escolha, mas é contraditória em si mesmo. Enquanto for inconclusiva, está sub judice, portanto, não merece a mesma credibilidade do que é comprovado cabalmente. Muito menos afeta argumentos contrários baseados em leis universalmente aceitas.

Há muitos artigos científicos que debatem a parte do evolucionismo que afasta a hipótese de um criador. Isso é fruto das várias linhas de pesquisas existentes. Podem ser honestas, mas certamente há equívocos. Se não houvesse, todos falariam as mesmas coisas e isso não é verdade. Quanto mais impreciso e difícil de provar, maior a necessidade de buscar mais argumentos para tentar evidenciar algo que contraria a lógica geral de várias leis e premissas científicas: matéria e energia não surgem do nada, senão várias leis científicas já teriam sido derrubadas, como a Lei de Lavoisier e os estudos de Einstein, Plank e outros.

Quanto ao homem ter vindo do macaco, é uma teoria lastreada em evidências que entendo serem insuficientes. Não há consenso sobre o tema. Respeito quem pensa diferente, mas não acredito que meus ancestrais tenham sido macacos, a não ser que me provem cabalmente. Isso não aconteceu e, pelo que percebo, as divergências neste debate só reforçam o que acredito.

Ademais, creio em Deus. Euo conheço. Creio mais ainda, que Jesus Cristo, Seu filho, morreu na cruz e ressuscitou para pagar pelos meus pecados e para me garantir vida eterna. É a minha fé. Quem zomba de mim por causa disso mostra a sua índole e insegurança no que acredita. Tudo bem. Tenho muita paz e segurança no que creio e não preciso de aprovação para que eu continue crendo.

Eu creio tanto na existência de Deus que declaro isso às pessoas como forma de mostrá-las o caminho que sigo e que sou feliz. Se alguém quiser segui-lo, a própria pessoa atestará a sua eficácia. Contudo, respeito às opiniões e escolhas de cada um, sejam religiosos ou ateus. Não tenho desconforto com opiniões divergentes da minha, mas tenho segurança que Deus não só existe como tem sido fundamental em cada etapa da minha vida. Minha história mostra isso.

Quem se irrita com opiniões ou convicções diferentes evidencia claramente insegurança no caminho que segue. O mecanismo consciente ou inconsciente que provoca o desequilíbrio capaz de fazer alguém xingar ou ofender outro apenas por crer diferente é fruto, naturalmente, de uma fé fundamentalista e, também, intolerante.

Rubens Teixeira

Rubens Teixeira - + Artigos

Doutor em Economia pela UFF • Mestre em Engenharia Nuclear pelo IME • Pós-graduado em Auditoria e Perícia Contábil pela UNESA • Engenheiro de Fortificação e Construção (civil) pelo IME • Bacharel em Direito pela UFRJ (aprovado na prova da OAB-RJ) • Bacharel em Ciências Militares pela AMAN

Fonte: gospelprime.com.br

"Revistas Femininas são Ferramentas Do Diabo” Afirma Modelo Evangélica

“Revistas femininas são ferramentas do diabo” afirma modelo evangélica

Engajada em uma campanha para que revistas femininas tenham o mesmo tratamento em sua venda que as revistas pornográficas, a modelo evangélica Nicole Weider afirma que tais revistas são “instrumentos do diabo”.

A modelo e atriz Nicole Weider está liderando uma campanha através do site Change.org exigindo que revistas femininas como a Cosmopolitan (recém-lançada no Brasil) sejam vendidas em um embalagens plásticas não transparentes, próprias para revistas de conteúdo adulto. A campanha já reuniu quase 20 mil assinaturas.

“Como a maioria de vocês sabem eu sou uma cristão comprometida. Eu realmente acredito em Deus, mas também acredito no diabo e eu conheço o inimigo. Esta revista Cosmopolitan é um instrumento do diabo porque ele quer matar e destruir os corações e mentes das jovens e usa essa publicação para fazer isso”, disse a modelo e atriz, expressando sua frustração com o estilo de publicação.

A iniciativa da modelo começou por causa das respostas que ela recebeu em um vídeo que publicou em seu site, voltado para as adolescentes cristãs, ProjectInspired.com. Segundo a modelo muitas meninas na faixa dos 11 anos “escrevem para detalhar como tentaram seguir as dicas sexuais que leram na Cosmopolitan, apenas para terem os seus corações partidos, ou pior, ficarem grávida ou contraírem uma DST”.

Weider questiona o porquê de revistas que não são destinadas ao público menor de idade terem tantas adolescentes posando nas suas capas e dando entrevistas em suas páginas centrais. De acordo com o site Charisma News a petição alega quem mesmo que a capa não traga nenhuma advertência sobre o conteúdo, essas publicações são direcionadas apenas para leitoras adultas.

“Com a nossa petição no Change.org, simplesmente estamos pedindo que essas revistas admitam que seu conteúdo não é adequado para meninas, parem de colocar adolescentes na capa e coloquem a revista em um invólucro não transparente. É simples assim. Se você não quer vender para as adolescentes, nosso pedido não deve ser um problema.”

A lei norte-americana obriga que publicações com conteúdo adulto sejam vendidas em invólucros plásticos não transparentes e apenas para clientes acima de 18 anos. Weider alega que apesar de a maioria das revistas femininas não colocam fotos de mulheres nuas elas apresentam uma linguagem explícita, sendo impróprias para menores de idade.

Fonte: Gospel+ Em:Por Dan Martins em 11 de janeiro de 2012