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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Primeiro-ministro Inglês Diz Que A Sociedade Precisa Ter Mais Fé

Em: 02/11/2012 - 9:00 - Atualizado em 2/11/2012 - 0:28 Por: Jarbas Aragão

Primeiro-ministro Inglês Diz Que A Sociedade Precisa Ter Mais Fé

Igrejas são as principais parceiras de projeto de David Cameron

Primeiro-ministro inglês diz que a sociedade precisa ter mais fé Primeiro-ministro inglês diz que a sociedade precisa ter mais fé
O Reino Unido está cada vez mais secularizado. É o berço de líderes do chamado novo ateísmo, como Stephen Hawkins e Sam Harris. Igrejas cristãs fecham todos os anos e o país é um dos principais destinos de imigrantes muçulmanos.
Na semana passada, durante o 70 º aniversário do Conselho de Cristãos e Judeus do Reino Unido, o primeiro-ministro David Cameron usou a oportunidade para relançar a iniciativa “Big Society” [Grande Sociedade], que visa mostrar como o Estado “é dependente de organizações religiosas”.
A iniciativa de Cameron visa usar grupos cristãos para minimizar algumas falhas do governo atual. Não é uma ideia nova. O programa original foi lançado em 2010 pelo partido Conservador britânico, mas recebeu muitas críticas. O relançamento do projeto deixou a iniciativa nas mãos da Coligação Democrata Conservadora-Liberal.
Cameron já declarou anteriormente acreditar que Jesus Cristo é o fundador da “Big Society”, afirmação que o colocou em rota de colisão com políticos e intelectuais britânicos. A grande queixa é que sua iniciativa é religiosa e, portanto, não pode representar a totalidade dos cidadãos britânicos.
Mesmo assim, outros políticos importantes defendem que a religião tem grande importância para a sociedade como um todo. O deputado democrata Andrew Stunell afirmou repetidas vezes que os grupos religiosos são uma parte fundamental para que a ‘Big Society’ funcione. O político Eric Pickles declarou: “Acabaram os dias em que o Estado tentava sufocar o cristianismo e as outras religiões.”
Os britânicos defensores do secularismo alegam que existem “perigos inerentes” quando o governo tenta repassar suas responsabilidades para definidos grupos religiosos. Para eles, os projetos assumidos pelas comunidades devem envolver não só representantes de todas as crenças, mas também os que são ateus. Os humanistas britânicos acreditam que tentar trabalhar com as pessoas através de uma identidade religiosa irá apenas aumentar as tensões e causar mais divisões.
Além de seu papel como primeiro-ministro, Cameron também é Ministro do Serviço Civil, e líder do Partido Conservador. Durante os vários anos que foi membro do Parlamento, tentou convencer a Grã-Bretanha que empreendimentos sociais e instituições beneficentes podem trabalhar lado a lado com o Estado para suprir diferentes necessidades da sociedade. Ele tentou fazer da “Big Society” o tema central da campanha eleitoral do ano passado, mas as sondagens mostraram que os eleitores não estavam impressionados com a ideia.
Pode-se apontar o caso de Barbara Allison, líder de uma das 54 organizações civis da cidade de Charlbury. “Considero a ideia da ‘Big Society’ um insulto”. A senhora Allison lembra que todas elas já estão trabalhando para a comunidade, por exemplo, fornecendo refeições aos sem-teto. Acreditar que igrejas e ONGs cristãs podem fazer o mesmo tipo de serviço incomoda muitas dessas organizações. Mas Cameron sempre resumiu a ideia dessa parceria proposta pela “Big Society” com o dizer “a sociedade precisa ter mais fé”.
Traduzido de God Discussion
Fonte Site:http://noticias.gospelprime.com.br/primeiro-ministro-ingles-diz-que-a-sociedade-precisa-ter-mais-fe/

Pastor Silas Comenta Fim Do Programa “Fala Malafaia”

Em: 1/11/2012 - 23:12- Por: Leiliane Roberta Lopes

A atração foi lançada no começo de 2012 e era transmitido aos domingos pela Band
por
Pastor Silas comenta fim do programa “Fala Malafaia” Pastor Silas comenta fim do programa “Fala Malafaia”
O pastor Silas Malafaia comentou o fim do programa “Fala Malafaia” que ficou no ar por quatro meses através da TV Bandeirantes. O cancelamento da atração se dá pelo alto custo para manter o programa, um valor que poderia vir a comprometer os investimentos da Associação Vitória em Cristo.
O último programa foi transmitido no domingo (28) e o apresentador falou com os telespectadores sobre o final do programa explicando que a AVEC tem o programa Vitória em Cristo e as obras sociais como prioridade, não podendo assim investir um valor tão alto neste programa de variedades que não tem como objetivo a evangelização.
“Eu tenho que fazer uma escolha: ou eu mantenho o programa Vitória em Cristo e as obras sociais ou eu mantenho o programa Fala Malafaia”, disse o pastor.
Os altos custos do programa chegaram a ser comentado pelo pastor antes do primeiro programa ir ao ar. Malafaia pediu que 40 mil pessoas aceitassem se tornar um patrocinador do novo programa enviando mensalmente ofertas com valores acima de R$30.
A idéia inicial era que o programa ficasse no ar por três meses como teste para saber se o novo formato agradaria ao público e se seria viável mantê-lo. No vídeo de despedida, o presidente da AVEC até comenta o sucesso de audiência do “Fala Malafaia”, deixando claro que o programa só continuaria no ar se acontecesse um milagre.
Assista:




Fonte Site: http://noticias.gospelprime.com.br/pastor-silas-comenta-fim-do-programa-fala-malafaia/

Tragédias, Mais Uma Vez: Deus E Sandy

Quarta-feira, outubro 31, 2012 -

Tragédias, Mais Uma Vez: Deus E Sandy

Furacão Sandy em Nova York
Toda vez que uma catástrofe ou tragédia de grande proporção atinge o mundo retorna à blogosfera a questão do mal e do sofrimento dos inocentes em um mundo governado por um Deus bom e Todo-Poderoso. É o caso do furacão Sandy, que nestes dias tem causado uma enorme destruição e a morte de dezenas de pessoas nos Estados Unidos e outros países. 
De longa data o mal que existe no mundo vem sendo usado como uma tentativa de se provar de que Deus não existe, ou se existe, não é bom. E se for bom, não é todo-poderoso - esta última hipótese defendida pelo teísmo aberto.
"Onde estava Deus quando estas tragédias aconteceram?" é a pergunta de pessoas revoltadas com o fato de que centenas de pessoas boas, desprevenidas, cidadãos de bem, foram apanhados numa tragédia e morreram de forma terrível, deixando para trás famílias, filhos, entes queridos.

Eu entendo a preocupação com o dilema moral que tragédias representam quando vistas a partir do conceito cristão histórico e tradicional de Deus. Se Deus é pessoal, soberano, todo-poderoso, onisciente, amoroso e bom, como então podemos explicar a ocorrência das tragédias, calamidades, doenças, sofrimentos, que atingem bons e maus ao mesmo tempo?

Creio que qualquer tentativa que um cristão que crê que a Bíblia é a Palavra de Deus faça para entender as tragédias, desastres, catástrofes e outros males que sobrevêm à humanidade, não pode deixar de levar em consideração dois componentes da revelação bíblica, que são:

  • A realidade da queda moral e espiritual do homem 
  • O caráter santo e justo de Deus.

Lemos em Gênesis 1—3 que Deus criou o homem, macho e fêmea, à sua imagem e semelhança, e que os colocou no jardim do Éden, com o mandamento para que não comessem do fruto proibido. O texto relata como eles desobedeceram a Deus, seduzidos pela astúcia e tentação de Satanás, e decaíram assim do estado de inocência, retidão e pureza em que haviam sido criados. As conseqüências, além da queda daquela retidão com que haviam sido criados, foram a separação de Deus, a perda da comunhão com ele, e a corrupção por inteiro de suas faculdades, como vontade, entendimento, emoções, consciência, arbítrio. Pior de tudo, ficaram sujeitos à morte, tanto espiritual, que consiste na separação de Deus, como a física e a eterna, esta última sendo a separação de Deus por toda a eternidade.

Este fato, que chamamos de “queda,” afetou não somente a Adão e Eva, mas trouxe estas conseqüências terríveis a toda a sua descendência, isto é, à humanidade que deles procede, pois eles eram o tronco e a cabeça da raça humana. Em outras palavras, a culpa deles foi imputada por Deus aos seus filhos, e a corrupção de sua natureza foi transmitida por geração ordinária a todos os seus descendentes.

Desde cedo na história da Igreja cristã esta doutrina, que tem sido chamada de “pecado original”, foi questionada por gente como Pelágio, que afirmava que o pecado de Adão e Eva afetou somente a eles mesmos, e que seus filhos nasciam isentos, neutros, sem pecado, e sem culpa e sem corrupção inata. Tal ideia foi habilmente rechaçada por homens como Agostinho, Lutero, Calvino e muitos outros, que demonstraram claramente que o ensino bíblico é o que chamamos de depravação total e transmitida, culpa imputada e corrupção herdada. As conseqüências práticas para nós hoje são terríveis. Por causa desta corrupção inata, com a qual já nascemos, somos totalmente indispostos para com as coisas de Deus; somos, por natureza, inimigos de Deus e, portanto, filhos da ira. É desta natureza corrompida que procedem os nossos pecados, as nossas transgressões, as desobediências, as revoltas contra Deus e sua Palavra.

Agora chegamos no ponto crucial e mais relevante para nosso assunto. Entendo que a Bíblia deixa claro que os nossos pecados, tanto o original quanto os pecados atuais que cometemos, por serem transgressões da lei de Deus, nos tornam culpados e portanto sujeitos à ira justa de Deus, à sua justiça retributiva, pela qual ele trata o pecador de acordo com o que ele merece. Ou seja, a humanidade inteira, sem exceção – visto que não há um único justo, um único que seja inocente e sem pecado – está sujeita ao justo castigo de Deus, o que inclui – atenção! – a morte, as misérias espirituais, temporais (onde se enquadram as tragédias, as calamidades, os desastres, as doenças, o sofrimento) e as misérias espirituais (que a Bíblia chama de morte eterna, inferno, lago de fogo, etc.).

A Bíblia revela com muita clareza, e sem a menor preocupação de deixar Deus sujeito à crítica de ser cruel, déspota e injusto, que ele mesmo é quem determinou tragédias e calamidades sobre a raça humana, como parte das misérias temporais causadas pelo pecado original e as transgressões atuais. Isto, é claro, se você acredita realmente que a Bíblia é a Palavra de Deus, e não uma coleção de idéias, lendas, sagas, mitos e estórias politicamente motivadas e destinadas a justificar seus autores.

De acordo com a Bíblia:

  • Foi Deus quem condenou a raça humana à morte no jardim (Gn 2.17; 3.19; Hb 9.27). 
  • Foi ele quem determinou a catástrofe do dilúvio, que aniquilou a raça humana com exceção da família de Noé (Gn 6.17; Mt 24.39; 2Pe 2.5). 
  • Foi ele quem destruiu Sodoma, Gomorra e mais várias cidades da região, com fogo caído do céu (Gn 19.24-25). 
  • Foi ele quem levantou e enviou os caldeus contra a nação de Israel e demais nações ao redor do Mediterrâneo, os quais mataram mulheres, velhos, crianças e fizeram prisioneiros de guerra (Dt 28.49-52; Hab 1.6-11). 
  • Foi ele quem levantou e enviou contra Israel povos vizinhos para saquear, matar e fazer prisioneiros (2Re 24.2; 2Cr 36.17; Jr 1.15-16). 
  • Foi ele quem ameaçou Israel com doenças, pestes, fomes, carestia, seca, pragas caso se desviassem dos seus caminhos (Dt 28). 
  • Foi ele quem enviou as dez pragas contra o Egito, ferindo, matando e trazendo sofrimento a milhares de egípcios, inclusive matando os seus primogênitos (Ex 9.13-14). 
  • Foi o próprio Jesus quem revelou a João o envio de catástrofes futuras sobre a raça humana, como castigos de Deus, próximo da vinda do Senhor, conforme o livro de Apocalipse, tais como guerras, fomes, pestes, pragas, doenças (Apocalipse 6—9), entre outros. 
  • Foi o próprio Jesus quem profetizou a chegada de guerras, fomes, terremotos, epidemias (Lc 21.9-11) e a destruição de Jerusalém, que ele chamou de “dias de vingança” de Deus contra o povo que matou o seu Filho, nos quais até mesmo as grávidas haveriam de sofrer (Lc 21.20-26). 
  • E por fim, Deus já decretou a catástrofe final, a destruição do mundo presente por meio do fogo, no dia do juízo final (2Pe 3.7; 10-12).

Isto não significa, na Bíblia, que o sofrimento das pessoas é sempre causado por uma culpa individual e específica. Há casos, sim, em que as pessoas foram castigadas com sofrimentos temporais em virtude de pecados específicos que cometeram, como por exemplo o rei Uzias que foi ferido de lepra por causa de seu pecado (2Cr 26.19; cf. também o caso de Miriã, Nm 12.10). O rei Davi perdeu um filho por causa de seu adultério (2Sm 12.14). Mas, em muitos outros casos, as tragédias, catástrofes, doenças e sofrimentos não se devem a um pecado específico, mas fazem parte das misérias temporais que sobrevêm à toda a raça humana por conta do estado de pecado e culpa em geral em que todos nós nos encontramos. Deus traz estas misérias e castigos para despertar a raça humana, para provocar o arrependimento, para refrear o pecado do homem, para incutir-lhe temor de Deus, para desapegar o homem das coisas desta vida e levá-lo a refletir sobre as coisas vindouras. Veja, por exemplo, a reflexão atribuída a Moisés no Salmo 90, provavelmente escrito durante os 40 anos de peregrinação no deserto. Veja frases como estas:

Tu reduzes o homem ao pó e dizes: Tornai, filhos dos homens... Tu os arrastas na torrente, são como um sono, como a relva que floresce de madrugada; de madrugada, viceja e floresce; à tarde, murcha e seca. Pois somos consumidos pela tua ira e pelo teu furor, conturbados. Diante de ti puseste as nossas iniqüidades e, sob a luz do teu rosto, os nossos pecados ocultos. Pois todos os nossos dias se passam na tua ira; acabam-se os nossos anos como um breve pensamento...

Não devemos pensar que aquelas pessoas que ficam doentes, passam por tragédias, morrem em catástrofes eram mais pecadoras do que as demais ou que cometeram determinados pecados que lhes acarretou tal castigo. Foi o próprio Jesus quem ensinou isto quando lhe falaram do massacre dos galileus cometido por Pilatos e a tragédia da queda da torre de Siloé que matou dezoito (Lc 13.1-5). Ele ensinou a mesma coisa no caso do cego relatado em João 9.3-4. Os seus discípulos levantaram o problema do sofrimento do cego a partir de um conceito individualista de culpa, ponto que foi rejeitado por Jesus. A cegueira dele não se deveu a um pecado específico, quer dele, quer de seus pais. As pessoas nascem cegas, deformadas, morrem em tragédias e acidentes, perdem tudo que têm em catástrofes, não necessariamente porque são mais pecadoras do que as demais, mas porque somos todos pecadores, culpados, e sujeitos às misérias, castigos e males aqui neste mundo.

No caso do cego, Jesus disse que ele nascera assim “para que se manifestem nele as obras de Deus” (Jo 9.3). Sofrimento, calamidades, etc., não são somente um prelúdio do julgamento eterno de Deus; há também um tipo de sofrimento no qual Deus é glorificado por meio de Cristo em sua graça, e assim se torna, portanto, um exemplo e um prelúdio da salvação eterna. As tragédias servem para levar as pessoas a refletir sobre a temporalidade e fragilidade da vida, e para levá-las a refletir nas coisas espirituais e eternas. Muitos têm encontrado a Deus no caminho do sofrimento.

O que eu quero dizer é que, diante das tragédias e  acidentes devemos nos lembrar que eles ocorrem como parte das misérias e castigos temporais resultantes das nossas culpas, de nossos pecados, como raça pecadora que somos. Poderia ser eu que estava entre as vítimas do furacão Sandy. Ou, alguém muito melhor e mais reto diante de Deus. Ainda assim, Deus não teria cometido qualquer injustiça, ainda que todas as vítimas fossem os melhores homens e mulheres que já pisaram a face da terra. Pois mesmo estes são pecadores. Não existem inocentes diante de Deus, Bonfim. Pensemos nisto, antes de ficarmos indignados contra Deus diante do sofrimento humano.

Por último, preciso deixar claro duas coisas.

Primeira, que nada do que eu disse acima me impede de chorar com os que choram, e sofrer com os que sofrem. Somos membros da mesma raça, e quando um sofre, sofremos com ele.

Segunda, é preciso reconhecer que a revelação bíblica é suficiente, mas não exaustiva. Não temos todas as respostas para todas as perguntas que se levantam quando uma tragédia acontece. Não conhecemos a vida das vítimas e nem os propósitos maiores e finais de Deus com aquela tragédia. Só a eternidade o revelará. Temos que conviver com a falta destas respostas neste lado da eternidade.

Mas, é preferível isto a aceitar respostas que venham a negar o ensino claro da Bíblia sobre Deus, como por exemplo, especular que ele não é soberano e nem onisciente e onipotente. Posso não saber os motivos específicos, mas consola-me saber que Deus é justo, bom e verdadeiro, e que todas as suas obras são perfeitas e retas, e que nele não há engano.

[Este post foi baseado num outro post da minha autoria aqui no blog intitulado Carta a Bonfim: Deus e as Tragédias]
Fonte: Site: http://tempora-mores.blogspot.com.br

Devotos De Santo Rebatem Críticas De Evangélicos A “Salve Jorge”

Em: 31/10/2012 - 13:44 - Por: Jarbas Aragão

Devotos De Santo Rebatem Críticas De Evangélicos A “Salve Jorge”

Novela continua causando “guerra santa” na Internet


Devotos de santo rebatem críticas de evangélicos a “Salve Jorge” Devotos de santo rebatem críticas de evangélicos a “Salve Jorge”
Antes do lançamento de “Salve Jorge”, atual novela das 21h da TV Globo, já havia uma campanha no Facebook pedindo o boicote por parte dos telespectadores evangélicos. Logo depois, o bispo Edir Macedo alertou que se tratava de uma “armadilha espiritual” e que o santo guerreiro era cultuado pelas religiões afro, como umbanda e o candomblé, com o nome de Ogum.
Macedo recomendou que as pessoas assistissem ao seriado Rei Davi, que vai ao ar no mesmo horário. A autora do folhetim global declarou que era tudo uma jogada de marketing da Record. A audiência dos primeiros capítulos mostrou que a campanha não deu resultado.
Agora, tem crescido os ataques de devotos de São Jorge, que rejeitam as criticas contrárias ao seu santo predileto.
A “guerra santa” ficou mais acirrada quando o pastor José Donizeti, da Assembleia de Deus, em Jundiaí (SP), decidiu postar na rede social uma imagem onde aponta as mensagens subliminares que estariam escondidas na logomarca da novela. Para ele, as duas pedrinhas vermelhas, “simbolizam a união dos orixás e a adoração a entidades espíritas”. Com mais de 50 mil compartilhamentos, a imagem traz os comentários do pastor: “Na verdade, o nome desta novela é ‘Adoradores de Ogum’! Aí vai o alerta para você. Depois, se sua vida começar a ser amaldiçoada por assistir este lixo, não reclama que Deus não te avisou!”.
O portal iG entrevistou Donizeti, que reforça: “Tem mensagem subliminar ali. Veja bem, o que é salve? É viva. Quando você fala viva para alguém, você está saudando. Quando é para um Deus, isso se torna uma adoração. Deveriam usar um título mais popular, como São Jorge ou Santo Jorge. Com ‘salve’, eles entram em um aspecto que as pessoas não vão entender”.
Ele explica que não proíbe os fieis nem está criticando a rede Globo como um todo, mas está exercendo seu papel de líder espiritual: “Só digo que não é certo, a pessoa toma a decisão. Na nossa igreja, é proibido proibir. Pra gente, o que é Ogum? Nós, evangélicos, cremos em um único e verdadeiro Deus, que é o senhor Jesus Cristo. Quando se fala em adorar Ogum, em fazer algo para ele, isso vai contra a fé evangélica. É uma coisa que temos direito de alertar os fiéis”.
Porém, os devotos de São Jorge resolveram usar o Facebook para defender o santo. “Aos evangélicos que criticam a novela ‘Salve Jorge’: quando tiver feriado do santo, por favor, trabalhem, porque ficar de folga em homenagem a santo é adoração também”, diz uma imagem já compartilhada por quase mil pessoas.
Manoel Alves de Souza, presidente da Federação Brasileira de Umbanda, classifica o movimento dos evangélicos de “uma sandice desses indivíduos”. Ele explica: “Não tem nada a ver. Na verdade, a umbanda não adora o orixá. Ela trabalha com os orixás e os respeita. Esse negócio de adoração está na cabeça deles. Trabalhamos com os orixás, com os elementos da natureza”. Ao falar sobre as pedrinhas mencionadas pelo pastor, assevera: “Nunca reparei nessas pedrinhas, vou procurar para ver se descubro. Isso é crendice, especulação”, diz. “A novela é uma homenagem merecida. Ogum é um orixá muito importante para a umbanda e o candomblé. É o orixá que vence demandas. É um guerreiro, forte, que combate o mal”.
Entre os católicos, o Dia de São Jorge é opcional desde 1969, pois o papa Paulo VI ressaltou que não há documentação histórica para provar que esse “santo guerreiro”, nascido na Capadócia (Turquia) realmente existiu.
Fonte Site: http://noticias.gospelprime.com.br/devotos-de-santo-rebatem-criticas-de-evangelicos-a-salve-jorge/