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terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Dupla Gay Estupra Menino De 5 Anos E Recebe Proteção Especial Do Governo Do Estado De São Paulo


Em: 26 de março de 2012

Dupla Gay Estupra Menino De 5 Anos E Recebe Proteção Especial Do Governo Do Estado De São Paulo

Julio Severo

O que um pastor e uma dupla gay têm em comum? O pastor, depois que sua filha sofreu tentativa de estupro num posto de saúde, foi denunciado por uma agente do Conselho Tutelar que é parente do agente tarado do posto de saúde. O pastor está preso em condições desumanas, sem nenhum defensor para ajudar. A dupla gay foi presa por maltratar e estuprar um menino, e conta com quatro defensores públicos para ajudar.

Em 7 de março de 2012, a Band noticiou sobre um menino de 5 anos que sofria agressões e estupro de uma dupla homossexual em São Paulo. A faxineira da casa percebeu que o menino estava com febre e como a dupla gay não estava, a mulher o levou para casa. Durante o banho do garoto, ele contou que estava com muita dor. O menino contou para a faxineira que sofria maus tratos e abuso sexual.
A mulher levou o menino para o hospital, onde o garoto deu entrada com desidratação, desnutrição, broncopneumonia e tinha marcas de agressão pelo corpo.
A ocorrência foi registrada no 13º DP e o Conselho Tutelar foi acionado. Contudo, o governo do Estado de São Paulo interveio fortemente no caso, designando quatro defensores públicos para defender a dupla gay. O acompanhamento do caso por quatro defensores públicos espantou até o delegado, que disse:
“Em trinta e quatro anos de polícia, esse é o primeiro caso na minha carreira que eu vejo que a Defensoria Pública vem acompanhar dois indivíduos que estão sendo investigados e com quatro integrantes”.
Defensores públicos não costumam atuar durante inquéritos. Um indivíduo investigado pela polícia ser acompanhado por um defensor público é um fenômeno raro. Ser acompanhado por quatro é totalmente fora da realidade. O que provocou essa enorme anormalidade foi que o Estado de São Paulo, sob o governo do então governador Geraldo Alckmin (PSDB), tornou-se o primeiro Estado brasileiro a instituir uma lei para penalizar a prática de discriminação em razão de orientação sexual: a Lei Estadual nº 10.948/2001. Com o objetivo de implementar essa lei pró-homossexualismo, firmou-se, em 24 de outubro de 2007, um acordo entre a Defensoria Pública de São Paulo, a Secretaria de Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado e a Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual da Prefeitura de São Paulo.
O PSDB vem trabalhando loucamente para implantar o sistema anti-“homofobia” mais sofisticado do Brasil e a condenação da dupla gay pode trazer impactos negativos não só para o movimento gay, mas também para as políticas do PSDB. Portanto, o acompanhamento da dupla gay por quatro defensores representa o empenho do Estado de São Paulo do PSDB de proteger os gays exclusivamente porque eles praticam atos homossexuais.
Os interesses do menino agredido e estuprado estão sendo colocados abaixo dos interesses da agenda gay e das obsessões políticas do PSDB.
Entretanto, como é que os Conselhos Tutelares não têm força para vencer todos esses interesses cruéis que colocam em risco um menino de apenas 5 anos?
Um ano atrás, um pastor foi preso por muito menos. Aliás, ele foi injustiçado por obedecer à Bíblia. O Pr. Jeremias Albuquerque Rocha, de 25 anos, foi preso depois que uma agente do conselho tutelar o denunciou por bater em suas filhas, pelo que ele foi acusado de “tortura”.
Apesar de que nenhuma evidência física tivesse sido apresentada ao juiz, Rocha foi colocado em detenção preventiva, numa cela de prisão tão cheia de presos que ele era forçado a ficar de pé o dia inteiro, e tinha de dormir agachado no chão, que estava coberto de papelão.
Ele ficou meses nessa situação. Em nenhum momento se apresentou algum relatório médico documentando qualquer marca física nas suas filhas nem houve nenhum exame físico confirmando ferimentos — provas que a lei exige. Em agosto de 2010, Rocha havia, conforme as reportagens, começado a chorar e desmaiar dentro de sua cela. Quando foi levado a um hospital próximo e diagnosticado com doença mental, o juiz Jânio Tutomu Takeda se recusou a acreditar no diagnóstico, afirmando que Rocha estava “fingindo”, e ordenou que ele fosse algemado à cama do hospital.
Pastor injustiçado e sem nenhum defensor público
Takeda disse que condenou Rocha e o sentenciou a seis anos e meio de prisão.
O maior problema do Pr. Rocha não foi ter disciplinado suas filhas fisicamente. Muito antes de sua prisão, uma de suas filhas havia sofrido tentativa de estupro no posto de saúde. O agente de saúde assediador é parente da agente do Conselho Tutelar que denunciou mais tarde o pastor. Final infeliz: o agente assediador não foi preso por tentativa de estupro contra uma menina.
Final mais infeliz: mesmo sendo inocente, e nunca tendo praticado maus-tratos e estupro contra suas filhas, o pastor está preso em condições desumanas sem nunca ter tido o acompanhamento de defensores públicos — privilégio hoje exclusivo de homens que praticam atos homossexuais e estupram meninos de 5 anos.
O tarado sexual que trabalha no posto de saúde está livre para prosseguir seus assédios e taradices nas meninas dos outros. O governo, é claro, não tem tempo de ajudar pais inocentes e prender maníacos sexuais nos postos de saúde. O governo está ocupado demais cuidando de duplas gays que se ocupam com meninos de 5 anos.
Aqueles que estão dentro da agenda do governo — agentes de saúde tarados, duplas gays taradas, agentes de Conselho Tutelar abusivos, etc. — contam com a máquina estatal para dar acobertamento.
Pais, mães e crianças que não estão dentro da agenda do governo contam só com Deus.
Com informações do Mídia Sem Máscara e LifeSiteNews.

Próxima Minissérie Da Globo Terá Personagem Mãe De Santo

Em: 10/12/2012 - 11:52

Próxima Minissérie Da Globo Terá Personagem Mãe De Santo

A atriz Fabiúla Nascimento precisou freqüentar templos do candomblé para conseguir aprender sobre a religião.


Em janeiro de 2013 vai estrear na Globo a minissérie “O Canto da Sereia” que terá entre os personagens principais uma mãe de santo, mãe Marina, interpretada pela atriz Fabíula Nascimento.

Próxima minissérie da Globo terá personagem mãe de santoPróxima minissérie da Globo terá personagem mãe de santo
Marina de Oxum será um personagem importante na trama, ela vai saber tudo sobre a vida de Sereia (Isis Valverde) e sobre todas as pessoas importantes da cidade.
A mãe de santo será a líder do terreiro Soberana do Mar e para poder interpretar o papel de forma verdadeira, a atriz precisou frequentar centros de candomblé. “Marina é a mãe de santo da Sereia, papel da Isis Valverde. Visitei terreiros e aprendi um pouco sobre candomblé”, disse Fabíola para a coluna F5 da Folha de São Paulo.
No momento a emissora exibe na faixa nobre a novela “Salve Jorge” que mesmo sem fazer menções religiosas faz uma homenagem para o santo católico que também é representado nas religiões afro-brasileiras como Ogum.
Ao falar sobre a nova minissérie, Paulo Teixeira, do site Holofote.net, comenta que a emissora carioca vem tentando se aproximar dos evangélicos mas com estas produções ela mostra qual é a sua preferência religiosa.
“Na crença de que a emissora está se ‘convertendo’, muitos creem ser ‘de Deus’ a abertura que a Globo está dando aos evangélicos, mas a emissora tem comprovado cada vez mais sua preferência religiosa”, escreve ele.
Teixeira lembra em seu artigo que nos anos anteriores os personagens evangélicos das novelas da Globo foram retratados como loucos, fanáticos e com comportamento duvidoso como foi a caso recente da personagem Soninha Catatau, uma ex-striper que se converteu mas ainda tinha recaídas e se comportava como dançarina de boate.
Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/o-canto-da-sereia-rede-globo-mae-de-santo-ogum/

Maria Do Rosário: “Vou Me Empenhar Para Criminalizar A Homofobia”


Em:10 de dezembro de 2012


Maria Do Rosário: “Vou Me Empenhar Para Criminalizar A Homofobia”

Ministra autora da infame lei anti-palmada pressiona autoridades policiais que não colaram a etiqueta de “motivação homofóbica” em assassinato de ativista gay

Julio Severo
Maria do Rosário, ministra da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, quer, conforme declaração na semana passada, a classificação de “motivação homofóbica” na morte do ativista gay Lucas Cardoso Fortuna, de 28 anos, cujo corpo foi encontrado na Praia de Gaibu, em Recife.
Maria do Rosário: birrenta e mandona
O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa concluiu o caso como latrocínio e roubo seguido de morte. Mas a ministra ficou insatisfeita com o resultado da investigação. Ela acredita que a morte do ativista tenha sido causada por motivação “homofóbica.”
Em entrevista ao jornal O Globo, Maria do Rosário afirmou que o crime só pode indicar a existência de “motivação passional e de ódio homofóbico,” por ter sido cometido com requintes de crueldade.
A ministra, cujo empenho na sua Lei Anti-Palmada é notório, pode estar reivindicando umas palmadas na polícia se os agentes policiais não seguirem a obsessão governamental de tachar todo assassinato de homossexual como “crime homofóbico” até que se prove o contrário.

Paixão gay e canibalismo

Mas se o crime foi de motivação passional, como pode ter sido praticado por alguém que odiava gays? Rosário está sem querer sugerindo que ódio “homofóbico” é um gay ser tão possuído por paixão que mata o parceiro?
Meses atrás, o mundo conheceu o caso nefasto de um jovem ator pornô gay do Canadá cuja paixão envolveu canibalizar seu parceiro. Por paixão e ódio “homofóbico” (que parece apropriadamente significar ódio pela mesma espécie sexual), o ator matou e comeu o parceiro. Gay matando gay. Paixão gay levando a ódio contra gays.
Semana passada, na Alemanha um homossexual de 44 anos foi condenado por ter, num surto sadomasoquista gay, cozinhado a cabeça de seu amante. Ele foi condenado, em Berlim, a apenas 3 anos de prisão pelo assassinato.
Se o crime tivesse acontecido no Brasil, a ministra birrenta exigiria a etiqueta de “motivação homofóbico” no crime e o usaria como desculpa para exigir leis mais draconianas contra a violência da população “homofóbica” contra inocentes criaturas que praticam sadomasoquismo homossexual.
O fascinante é que qualquer ser humano não homossexual que cozinhasse a cabeça de um gay seria sumariamente condenado à pena máxima de prisão por “homofobia” e assassinato com requintes de crueldade.
Como esperar, porém, justiça à vítima homossexual quando o próprio assassino canibal é homossexual? Berlim é a cidade onde reina um prefeito gay. Se o canibal alemão não fosse gay, o próprio prefeito certamente exigiria pena máxima ao monstro. Mas, como sempre, concessões especiais devem ser concedidas aos companheiros de sexo.
O nome do canibal e de sua vítima não apareceram nas manchetes internacionais, por gentileza da mídia ao movimento gay, que não quer manchar a reputação da homossexualidade com a sujeira e crimes de seus praticantes.

Impunidade para o pedófilo gay

Os privilégios não param aí, e ninguém consegue detê-los. José Tavares Neto, professor da Universidade Federal da Bahia, se recusou a dar aulas para Diogo Nogueira Moreira Lima, que exige estudar medicina. Diogo, que é homossexual, foi preso em flagrante em 2009 abusando de três meninos com as idades entre 8 e 11 anos. De acordo com a polícia, 12 meninos já foram vítimas de suas taras homossexuais.
Mas depois de três anos, os advogados dele conseguiram não somente sua libertação, mas também sua reintegração à universidade. A desculpa legal é que “a educação é um direito de todos.” O sonho do tarado gay é ser pediatra.
Para o professor Tavares Neto, por falta de mobilização do governo e da sociedade em favor das vítimas, o pedófilo homossexual se saiu bem nos tribunais. O professor desabafou: “Ele abusou de meninos pobres de Camaçari, mas se fossem 12 bem nascidos de Salvador, a situação seria bem diferente.”
Ele também disse: “Como uma pessoa dessa pode ter acesso ao cuidado com outras, levando-se em conta que a reincidência em pedofilia é alta? Daqui a alguns anos, ele poderá clinicar num lugar onde ninguém sabe ou se lembra do caso.”
A ministra birrenta, que está obcecada pela ideia de castigar os pais e mães do Brasil que disciplinam os filhos, não levantou um dedo para pressionar as autoridades para colocarem o monstro pedófilo gay atrás das grades por pelo menos duzentos anos. E se tocasse no assunto, poderia talvez exigir que os investigadores colocassem a etiqueta de “motivação homofóbica” nos abusos homossexuais que os meninos da Bahia sofreram, transformando tudo em pedofilia “homofóbica.”
Nesse caso infeliz, envolvendo meninos pobres estuprados, a ministra jamais disse: “Vou me empenhar para criminalizar a homossexualidade pedofílica predatória.”
Pelo contrário, usando o caso do ativista gay assassinado em Pernambuco, ela disse: “Vou me empenhar para criminalizar a homofobia.” Mas como é que a birrenta quer a etiqueta de “motivação homofóbica” em crimes contra homossexuais quando ela reconhece a possibilidade de paixão?
Ela disse: “As autoridades competentes pela investigação se pronunciaram no sentido de desconstituir a existência de ato homofóbico. Não descartamos que possa ter havido o latrocínio, mas a brutalidade do assassinato indica o componente de passionalidade e de ódio homofóbico. Se não assumirmos isso no Brasil, que temos uma grave situação de crimes contra homossexuais, não há como punir atitudes desta natureza.”
Sendo assim, a primeira hipótese em investigação de assassinatos de homossexuais deveria ser os parceiros. Mas a ministra anti-palmada não aceita culpa em gays.
Contudo, querendo ou não, as palavras dela levam à seguinte lógica: gays sentem paixão por gays e os matam.
Se todos os crimes passionais gays forem investigados e tratados sem irracionalidade e sem impunidade — o que é impossível no Brasil —, as cadeias vão ficar lotadas de gays.
Mas, para Rosário, toda investigação policial deve focar em qualquer ser humano não gay que teve algum contato com a vítima, nunca nos apaixonados envolvidos.
Uma criança birrenta, que não recebe limites por meio de castigo físico, acaba sendo irracional em seus pedidos e exigências. Vira um adulto birrento, exigente, desenfreado e sem juízo. Qualquer semelhança entre a criança birrenta e a ministra anti-palmada dificilmente é coincidência.

PLC 122: acordo da ministra birrenta com evangélicos

A atitude mais birrenta da ministra foi sua declaração na semana passada de lutar mais ainda pela aprovação do PLC 122 — projeto de lei que torna crime em todo o Brasil qualquer ato e opinião contra as práticas homossexuais e até mesmo contra o supremacismo gay.
Graças à oposição da população cristã, o PLC 122 tem sido um peixe morto cheirando mal no Congresso Nacional. Mas a ministra birrenta promete mudar o quadro. Ela disse: “Vou fazer um acordo com os evangélicos.”
Evidentemente, ela não se refere a mim nem a outros evangélicos. Provavelmente, ela se refere a homens e mulheres dentro da bancada evangélica que já tiveram a atitude vergonhosa de entrar em acordo com ela sobre a Lei Anti-Palmada em dezembro de 2011.
Agora, em sua birra, ela vai colocar seu brinquedo, a Secretaria de Direitos Humanos, para pressionar as autoridades a cobrar explicações dos investigadores em Pernambuco. Eles serão pressionados até dizerem exatamente o que a birrenta quer ouvir.
Moral federal pró-supremacismo gay: se as autoridades policiais não colarem rapidamente a etiqueta de “motivação homofóbica” nos assassinatos de homossexuais, vão levar puxão de orelha, beliscões, palmadas, vassouradas e o que mais vier à mão da ministra birrenta e de sua poderosa Secretaria de Direitos Humanos que está diretamente ligada à presidenta Dilma Rousseff.

No país da impunidade, gays merecem isenção

Num país como o Brasil em que 90% por cento dos 50 mil assassinatos por ano ficam impunes, e onde até o abuso homossexual de meninos de 8 anos fica impune, será crime pior deixar o número insignificante de homossexuais mortos por motivação passional sem o rótulo de “ódio homofóbico.” Será crime deixá-los sofrer o mesmo descaso que todo cidadão brasileiro sofre de um governo que pouco faz pela segurança de sua população, mas muito faz pela depravação homossexual.
Com informações do site homossexual A Capa, Notícias Terra e Yahoo Notícias.

Violência Contra Crianças: Quem É O Grande Culpado?

Em: 11 de dezembro de 2012

Violência Contra Crianças: Quem É O Grande Culpado?

Julio Severo
O clamor dos noticiários televisivos, com suas cenas chocantes de crianças vítimas de abuso sexual ou físico, provoca os resultados esperados: indignação popular.
Mas ninguém se detém para pensar que a mesma televisão que pede ações contra tais abusos erotiza sistematicamente adultos e crianças e os doutrina na violência, sem que esse abuso psicológico, no caso das crianças, seja punido ou mesmo classificado como crime.
Pelo contrário, mobilizados pelos jornalistas, o povo pressiona governo e legisladores para criarem mais leis contra abusos sexuais contra crianças.
As leis que estão aí não funcionam?
Na verdade, há leis em excesso. Mas esse excesso de leis, quando tenta lidar com as famílias intactas e as famílias não intactas, muitas vezes entra em caos, pois está sob obrigações politicamente corretas de tratar todos os tipos de ajuntamentos domésticos, por mais deformados que sejam, como “família.” Não tratar todos igualmente como “família” seria crime de “preconceito” e “discriminação.”
Assim, a mulher solteira com diferentes filhos de diferentes homens que vivem por aí engravidando mulheres é tão “família” quanto o homem e a mulher casados com filhos dentro do casamento. Outros desajustes domésticos também são considerados “família,” inclusive casos em que um homem e uma mulher, casados ou não, trazem cada um uma coleção de filhos de outros relacionamentos ou casamentos.
As vítimas inocentes desse caos são sempre as crianças, pois esses ajuntamentos domésticos fora do padrão tradicional são muito mais propensos à violência e abusos.
Historicamente, as civilizações civilizadas sempre entenderam que o único modelo de família que funciona é a família natural: marido e esposa casados com filhos dentro do casamento.
Entretanto, o modelo natural e histórico não tem defensores na grande mídia, que, aliás, tem seus próprios modelos.
Novelas trazem papéis cada vez mais bizarros para os ajuntamentos domésticos, com recheios de traições, adultérios e perversões sexuais, que são tratados muitas vezes como mera e inócua opção sexual. Tais bizarrices podem ser úteis para atrair audiência, mas seus efeitos no mundo real são catastróficos.
Os homens e as mulheres que imitam a perversão televisiva dentro de suas casas desfiguram sua própria identidade. Passam seu dia-a-dia vendo sexo explícito, violência e deboche aos padrões morais, muitas vezes perto de crianças. E quando a violência e os abusos explodem em seus lares, embalados pelo bombardeio diário de propaganda de violência e sexo, as grandes redes de televisão lavam as mãos e clamam por mais leis. Não, não leis contra o bombardeio originado em seus estúdios, mas contra a “família.”
A natureza não perdoa os ajuntamentos domésticos que seguem os modelos “familiares” das novelas e filmes. E as redes de televisão também não perdoam, sempre desviando o foco da sua óbvia culpabilidade e exigindo mais leis para engordar o já inchado repertório de leis.
Leis contra o bombardeio de sexo e violência seriam úteis, mas atingiriam o coração da subsistência da indústria televisiva, que se engorda financeiramente injetando depravação na mente de suas audiências, inclusive crianças.
Leis que obrigassem as redes de televisão a cessar toda programação de indução às falsas entidades familiares seriam ótimas, mas seriam péssimas para os programas de baixo nível, que usam o que há de mais vulgar para alcançar visibilidade.
Leis que obrigassem as programações televisivas a parar de exaltar o adultério e o sexo fora do casamento seriam indispensáveis, mas iriam contra a “ética” vivida em seus estúdios.
Xuxa, que influenciou milhões de crianças no Brasil,
aparece aqui em cena de filme pornográfico
com menino de 12 anos
Leis desse tipo são boas e fundamentais. Mas só não são aprovadas porque não fazem bem aos bolsos dos empresários da televisão. O que importa para eles é o dinheiro, nem que o preço seja a destruição da família natural e a imposição de ajuntamentos domésticos desajustados como padrão familiar, com um rastro de crianças abusadas.
Esse tem sido, durante décadas, o preço mais caro do sujo enriquecimento da televisão brasileira.
Para distrair o público dessa dura realidade, os noticiários televisivos clamam por mais e mais leis para colocar as famílias intactas, não os estúdios, como alvos das ações punitivas governamentais.
No Brasil, não há governo nem lei para punir redes de televisão que devoram lares e crianças em suas ganâncias e depravações.
Não há clamores por leis contra os empresários predadores da tela e seu vício de fazer da família brasileira bode-expiatório das consequências da erotização e violência moral que reinam na televisão brasileira.