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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Jean Wyllys E Deputados Do PT Tentam Incriminar Pr. Silas Malafaia

Em:02/04/2013-03:09

 

Jean Wyllys E Deputados Do PT Tentam Incriminar Pr. Silas Malafaia

Os deputados federais Jean Wyllys, Érika Kokay e Domingos Dutra entraram com uma ação criminal contra o deputado e pastor Marco Feliciano, seus assessores e, também, contra o pastor Silas Malafaia, com base em informações de um perfil falso do Facebook, atribuído ao pastor Silas (veja imagem abaixo).
Pr. Silas comenta:
Os deputados Jean Wylly, Érika Kokay e Dutra estão mais para três patetas do que para deputados federais. Vamos aos fatos:
Imagem do facebook falso
1. A arma dos incompetentes é a calúnia e a difamação.
Vejam o absurdo em que chegaram três deputados na tentativa de me incriminar em uma denúncia sem pé nem cabeça, misturada com outros assuntos que não tem nada a ver comigo (clique aqui e veja). Usando um perfil falso do Facebook – o meu perfil oficial é Silas Malafaia Oficial – na tentativa de me incriminar junto ao Procurador da República.
2. O jogo é tão inescrupuloso e bandido que ao tentarem misturar minha fala com a do deputado Marco Feliciano e seus assessores, eles tentam, de maneira inescrupulosa, produzir uma notícia na imprensa – onde eles possuem muitos amiguinhos – a fim de dizer que estou sendo processado por formação de quadrilha. Isto é para vocês verem aonde eles querem chegar e porque eu não me calo.
3. Os ativistas gays e seus defensores não suportam o debate democrático, querem criminalizar a opinião, e, no Brasil, amparado pela Constituição, opinião não é crime. A duras penas o Brasil ficou livre do delito de opinião. O jornalista Alexandre Garcia de maneira inteligente disse o seguinte: “Opinião homofóbica ou racista não é crime. O crime é incentivar, ou praticar a homofobia, ou o racismo”. Falar mal das práticas religiosas dos evangélicos não é crime, o crime é incitar a sociedade a praticar maldades contra nós.
4. Já disse várias vezes que tenho diferenças com o pastor Marco Feliciano, porém a questão não é ele, e sim o jogo ideológico. Os ativistas gays e seus amigos querem calar tanto ele quanto eu, pois não suportam o contraditório. Nenhum grupo social tem o monopólio das ilegalidades, ou dos direitos. E olha que coisa interessante, os que querem tirar o pastor Marco Feliciano da presidência da CDHM, e os que querem tirar os meus direitos, são os mesmos que defendem o aborto. Que moral esta gente tem para falar de Direitos Humanos? Nenhuma!
5. Vou entrar na Procuradoria Geral da República com uma ação contra os três deputados por denunciação caluniosa. Mais uma vez peço ao povo de Deus que ore por nós. É uma verdadeira batalha espiritual para deturpar os valores que Deus instituiu na terra para o bem-estar do ser humano.
IMPERDÍVEL! LEIA O COMENTÁRIO DE REINALDO AZEVEDO, NO SITE DA VEJA, SOBRE O ASSUNTO. Clique aqui e comente.

Fonte: VERDADEGOSPEL.COM

quinta-feira, 21 de março de 2013

Governo Manda Suspender Distribuição De ‘kit gay’ Em Escolas Públicas

Em: 18/03/13 - 12:04


Governo Manda Suspender Distribuição De ‘kit gay’ Em Escolas Públicas

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, determinou a abertura de um processo administrativo para identificar os responsáveis pelo envio de material conhecido como ‘kit gay’ a 13 estados das regiões Norte e Nordeste. As revistas de histórias em quadrinhos (HQ) com foco no público adolescente foram elaboradas em 2010 como parte do programa de prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DST) e Aids e, neste ano, chegaram a ser remetidas às Secretarias de Saúde nos estados.
O Ministério da Saúde já expediu ofícios às secretarias dos 13 estados determinando que o kit gay não seja distribuído nas escolas e começou a investigar de onde partiu a remessa do material.
Reprodução de uma das páginas da HQ ‘Cenas de Cinema’
A informação sobre o envio das revistas para os serviços de combate a DST/Aids e sobre o posterior veto do ministro Padilha foi divulgada pelo jornal O Estado de S. Paulo no último sábado (16). A reportagem informa que, a interrupção na distribuição do kit gay — 15 mil revistas já teriam sido enviadas aos estados — partiu do próprio Palácio do Planalto.
Por pressão da bancada evangélica no Congresso Nacional, a presidente Dilma Rousseff já vetou a produção de um outro kit gay que seria distribuído nas escolas, a cargo dos Ministérios da Educação e da Saúde. A bancada parlamentar conseguiu do governo, em maio de 2011, a promessa de que o material não seguiria adiante.
Publicação da gestão anterior
Os seis volumes de histórias em quadrinhos, também vetados, foram elaborados numa parceria entre os ministérios da Educação e da Saúde, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). Segundo o Ministério da Saúde, não se trata do mesmo material vetado em 2011.
As revistas foram produzidas na gestão de José Gomes Temporão, que antecedeu Padilha. O ministério já sabe que o envio aos 13 estados partiu do Departamento de DST/Aids da pasta, vinculado à Secretaria de Vigilância em Saúde.
Deixe o seu comentário.

Fonte: Verdade Gospel.
Fonte: O Globo e O Estado de S. Paulo

domingo, 10 de março de 2013

Gay Estuprador De Crianças E Bebês Pega Só 18 Anos De Cadeia


Em: 22 de maio de 2012 - Por: Julio Severo

Um homossexual na Holanda que confessou ter abusado de 83 crianças e bebês foi sentenciado a 18 anos de prisão e internação forçada numa instituição psiquiátrica.
Robert Mikelsons foi sentenciado na segunda-feira (21 de maio) por um tribunal de Amsterdã por ter abusado sexualmente das crianças, algumas das quais tinham apenas alguns meses de vida, informou a Rádio Holanda Mundial.
Mikelsons, que tem 29 anos, se mudou para a Holanda em 2004 e “casou” com seu parceiro homossexual, um cidadão holandês. Em 2008, ele recebeu sua própria cidadania holandesa como resultado.
Ele trabalhou pelo menos em duas creches holandesas de 2007 a 2010, e ofereceu seus serviços particulares pela internet, afirmando que ele era uma babá “com treinamento e experiência”.
Robert Mikelsons na creche com crianças










Mikelsons abusou sexualmente das crianças enquanto trabalhava numa creche de Amsterdã. Depois de ser preso em 2010, ele confessou que abusou sexualmente de 83 crianças e bebês na creche e que tirou fotos e fez filmagens dos abusos, para uso em pornografia infantil. Esse material seria distribuído internacionalmente por meio de redes pedófilas na internet.
Apesar da gravidade do crime, com os consequentes danos psicológicos, físicos e emocionais para as crianças abusadas, o tribunal sentenciou Mikelsons a apenas 18 anos de prisão e internação forçada numa instituição psiquiátrica.
O “cônjuge” de Mikelsons, Richard van Olffen, foi sentenciado a apenas seis anos de prisão por cumplicidade nos abusos. O tribunal deu como decisão que Olffen sabia do que Olffen estava fazendo e desempenhou um papel “facilitador”. Pouco antes de ser presa, a dupla gay estava para adotar um menino.
A imprensa brasileira noticiou o crime da dupla gay omitindo o sobrenome deles, a fim de preservar sua privacidade. A imprensa brasileira também omitiu o fato de que eles eram homossexuais e “casados”.
As penas, que não são pesadas, refletem o desleixo moral e social da Holanda, que suaviza cada vez mais os castigos, em prol de iniciativas reabilitadoras. Enquanto isso, um só criminoso consegue infligir enorme estrago, abusando de dezenas de crianças pequenas, sem nenhuma punição à altura.
A Holanda foi um dos primeiros países do mundo a legalizar o “casamento” gay, mas seu pioneirismo só ficou mesmo evidente quando se tornou o primeiro país do mundo a ter um partido político oficialmente engajado na luta para legalizar a pedofilia. Seu fundador, o homossexual Ad van den Berg, foi condenado em 1987 por abusar sexualmente de um menino de 11 anos, mas ele afirmou que o relacionamento foi “consensual”.
Em outubro de 2011, Van den Berg, então com 67 anos, foi condenado a apenas três anos de prisão por ter em seu computador milhares de filmes e 130.000 fotografias de pornografia infantil, entre as quais estavam 13.000 em que o próprio Van den Berg aparecia com destaque.
O partido pedófilo, chamado oficialmente de Partido do Amor Fraternal, Liberdade e Diversidade, foi fundado em 2006 por Van den Berg.
Com penas de prisão leves e uma sociedade com mentalidade reabilitadora para casos sem solução humana, fica fácil os cidadãos holandeses se sentirem incentivados a fundar partidos criminosos e cometer crimes sexuais hediondos.
O que facilita a entrada de homossexuais em creches é a estipulação feminista de que se as mulheres devem ocupar 50% de todos os cargos tradicionalmente masculinos, inclusive soldados, então os homens devem ocupar 50% de todos os cargos tradicionalmente femininos, inclusive creches — oportunidade aproveitada por homens que “amam crianças”.
Recordo que anos atrás, numa grande igreja evangélica de Brasília, havia uma placa na seção onde ficavam as crianças pequenas: “Proibida a entrada de homens”. Só as mulheres podiam ficar ali cuidando das crianças.
Com o feminismo, as cuidadores de crianças estão no exército fazendo o trabalho de homens, e os homens predadores estão com as crianças.
Com informações de LifeSiteNews e UPI.

Manifesto Da Sociedade Brasileira De Genética Acaba Apoiando Pr. Silas

Em:08/03/13 - 03:03


Manifesto Da Sociedade Brasileira De

Genética Acaba Apoiando Pr. Silas

 

  


Existe um ditado comum: “O TIRO SAIU PELA CULATRA”.

A Sociedade Brasileira de Genética (SBG) ao tentar defender o biólogo Eli Vieira, que de maneira inescrupulosa, como já foi provado, manipula dados (Clique aqui e veja ele sendo desmascarado), acaba de confirmar o que venho afirmando há muito tempo: não existe prova científica de que alguém nasce gay!
Vejamos o manifesto da SBG:
7 de março de 2013 
A Sociedade Brasileira de Genética endossa as informações fornecidas pelo biólogo Eli Vieira em resposta ao pastor e psicólogo Silas Malafaia acerca das bases genéticas da orientação sexual. 
A orientação sexual humana é uma característica multifatorial, influenciada tanto pelos genes como também pelo ambiente. Há fortes evidências (grifo nosso) de que o substrato neurobiológico para a orientação sexual já está presente nos primeiros anos de vida. Não há evidência de nenhuma variável ambiental controlável capaz de modificar de maneira permanente a orientação sexual de um indivíduo. Assim, essa faceta do comportamento humano é resultado de uma interação complexa entre genes e ambiente, em que nenhum dos dois tem efeito determinante por si só (grifo nosso). Alegar que a genética nada tem a contribuir na compreensão da origem deste comportamento é ignorar meio século de avanços na nossa área. 
Entendemos, também, que os fatos acerca dessa questão são desvinculados do debate ético sobre os direitos das pessoas que manifestam orientações sexuais e identidades de gênero. 
No entanto, neste momento histórico em que o físico Stephen Hawking faz campanha para que o governo britânico se retrate pelos males que causou a Alan Turing, homossexual e pai do computador, expressamos que nós, como cientistas, desejamos um mundo mais igualitário, em que as pessoas não sejam julgadas pela sua orientação sexual ou identidade de gênero, mas apenas pela firmeza de seu caráter. Um mundo assim é um mundo mais receptivo ao pensamento científico, que se constrói de forma humilde e tentativa, em vez de dogmática e impositiva. 
Voltei:
 
Fortes evidências na ciência não indicam a verdade científica. O instrumento da verdade científica é o experimento, a observação. Forte indício pode ser derrubado pela verdade comprovada. A verdade não comprovada pela ciência chama-se teoria. A Doutora Mayana Zats, uma das maiores autoridades no campo da genética no Brasil, diz em sua coluna, no site da Veja, que a suposta origem genética da homossexualidade não pode ser demonstrada cientificamente como o estudante Eli tenta fazer parecer. O Doutor Marcos Eberlim, da Unicamp, que chama Eli Vieira de geneticista Mirim, diz que a verdade é que ninguém sabe, e não há como se ter certeza. Existem variáveis demais e amostragens de menos, diz o renomado cientista. Ele termina com uma tremenda lambada no Eli, que também serve para o manifesto da SBG:
“A ciência não comporta achismos, e aqui, incapaz, se cala”.
A segunda afirmativa da SBG, “de que o comportamento humano é resultado de uma interação complexa entre genes e ambiente, em que nenhum dos dois tem efeito determinante por si só”, não comprova absolutamente nada, cientificamente falando. Não existe prova de gene que produz o comportamento homossexual. A afirmação que faço, eu desafio a SBG a me contraditar cientificamente falando, sobre o que é o homossexualismo:
UM HOMEM OU UMA MULHER POR DETERMINAÇÃO GENÉTICA, E HOMOSSEXUAL POR PREFERÊNCIA APRENDIDA OU IMPOSTA.
O restante do documento da SBG não tem a ver com genética, e sim com filosofia e direitos humanos, e me parece que quem escreveu este documento está legislando em causa própria.
Mais uma para encerrar, o Doutor Francis Collins, considerado um dos maiores geneticista do mundo, declara que não há prova científica na genética de que um gene determine o homossexualismo. A SBG perdeu uma bela oportunidade de se manter isenta, e apenas fazer afirmações cientificamente comprovadas, ao invés de fazer afirmações teóricas e filosóficas, afim de ser simpática a causa gay. Que vergonha!

 Fonte: VERDADE GOSPEL.

Fonte Da Fonte: Observatório da Impresas e site da SBG