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sexta-feira, 27 de julho de 2012

‘Em Nome De Jesus’ Sequestrador Liberta Refém Nas Filipinas



Mulher usa crucifixo em 'pregação' para libertação de vítima
De olhos arregalados e dentes à mostra, Reimer Parparan, de 24 anos, mantinha Jason Mark Pineda como refém. Enquanto isso, a suposta mãe da criança pregava a ‘palavra de Deus’ ao jovem descontrolado. O inusitado caso ocorreu em Quezon City, nas Filipinas. Mesmo diante do perigo, a mulher não demosntrou medo e com a ajuda de um crucifixo convenceu Reimer a libertar o menino.
Segundo informações, Reimer Parparan caminhou mais de 13 km entre os municípios de Barangay Kristong Hari e Quezon City, mantendo, durante todo o percurso, Jason como seu refém.
As negociações para a redinção de Reimer começaram por volta das 23h desta última sexta-feira (20) e só terminaram às 7h30 de sábado (21). E foi a suposta mãe de Jason, a responsável pelas negociações.
Após oito horas, Reimer libertou Jason Mark Pineda. O menino foi levado para o hospital com dois pequenos cortes no pescoço, causados pelo furador de gelo.
Segundo o chefe de polícia de Quezon City, Mario O Dela Vega, Parparan foi preso e responderá processo por detenção ilegal grave. Não foi confirmado se a mulher responsável pelas negociações é, de fato, a mãe de Jason. As informações são do jornal The Sun.
Fonte: O Dia
Veja algumas imagens do incidente e não deixe de registrar o seu comentário no VerdadeGospel.
Parparan se mostra ameaçado com a aproximação da negociadora


Angustiado, sequestrador mantém refém
Fonte: VERDADEGOSPEL.COM Em: 25/07/12 - 09:51

Líder De Estudo Da Bíblia É Condenado À Prisão Nos EUA


Nação que foi fundada por cristãos perseguidos hoje persegue cristãos

Por Julio Severo Em: 27 de julho de 2012
Um cristão da cidade de Phoenix, no Arizona, EUA, que fazia estudos da Bíblia em seu lar há anos, muitas vezes em face de ameaças da prefeitura, permanecerá encarcerado por ter esses estudos, depois que a Suprema Corte do Arizona se recusou a intervir no seu caso.
Advogados do Instituto Rutherford, que defende a liberdade religiosa nos EUA, anunciaram que seu pedido de habeas corpus em favor do cristão foi rejeitado.
Michael Salman terá de cumprir uma sentença de cadeia de 60 dias e pagar uma multa de 12 mil dólares por usa a propriedade privada de sua residência para realizar um estudo semanal da Bíblia.
A prefeitura disse que os “crimes” envolveram violações de códigos municipais de construção, mas seus defensores apontaram para o fato de que esses códigos são para propriedades comerciais, e a prefeitura não os aplica para comemorações de futebol, reuniões sociais e outros eventos que são realizados em lares.
Se a prefeitura fosse justa, daria o mesmo “tratamento” para os outros eventos. Mas a perseguição é contra o testemunho de Cristo.
O que está acontecendo com os EUA?
Depois de sua independência, muitos estados dos EUA tinham leis e constituições que reconheciam a importância de adorar a Deus. Por exemplo, a Constituição do Tennessee, Artigo XI, Seção III, declarava: “Todos os homens têm um direito natural e irrevogável de adorar o Deus Todo-poderoso de acordo com os ditames da própria consciência”. O Artigo VIII, Seção II, declarava: “Toda pessoa que negue a existência de Deus, ou um estado futuro de recompensa [no céu] e castigos [no inferno] estará proibida de ocupar cargos civis neste Estado”.
Hoje, a lei geral nos EUA parece ser “Todos os homens têm um direito natural e irrevogável de desprezar o Deus Todo-poderoso de acordo com os ditames da própria consciência”.
Ainda que não declarada, a ordem para cargos públicos parece ser: “Toda pessoa que negue a existência de Deus, ou um estado futuro de recompensa [no céu] e castigos [no inferno] ocupará cargos civis elevados nos EUA”.
Se essa mudança não é de fato realidade, então como explicar cidadãos cristãos sendo perseguidos nos EUA pelos motivos mais banais?
Se os que ocupam cargos públicos negam a existência de Deus, eles evidentemente trabalharão para cortar a liberdade dos cristãos e expandir a liberdade dos grupos ideológicos que apoiam um Estado que nega a existência de Deus: homossexualistas, abortistas, marxistas, feministas, etc.
Os EUA, que foram fundados por cristãos perseguidos, estão finalizando sua história como nação perseguidora de cristãos americanos e provocadora de perseguição aos cristãos em outros países, como está ocorrendo no caso da Primavera Arábe, que sob incitação dos EUA está instalando em países muçulmanos líderes radicais que estão provocando um banho de sangue cristão.
Com informações do WND e American Minute.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Crianças Novas Que Recebem Disciplina Física Se Tornam Adolescentes Mais Felizes E Bem Sucedidos

Em: 20 de janeiro de 2010 - Por: Thaddeus M. Baklinski

Thaddeus M. Baklinski
GRAND RAPIDS, Michigan, EUA, 5 de janeiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um estudo realizado nos EUA indica que uma surra não é prejudicial para as crianças e, aliás, declara que crianças que foram fisicamente disciplinadas quando eram novas, entre as idades de 2 e 6, se tornaram adolescentes mais felizes e bem sucedidos e tiveram um melhor desempenho na escola, e tiveram mais probabilidade de fazer trabalho voluntário e querer ir para a universidade do que aqueles que nunca foram surrados.
O estudo, conduzido sob o patrocínio do Estudo dos Perfis da Vida Americana (EPVA) {http://pals.nd.edu/} e feito pela Dra. Marjorie Gunnoe, professora de psicologia na Faculdade Calvin em Grand Rapids, Michigan, revelou que há falta de evidências provando que uma surra prejudica as crianças, e que o uso sensato da surra como conseqüência normal para a má conduta é benéfico para as crianças.
“Não há base para as alegações que se fazem contra a surra disciplinar. Elas não estão em coerência com os dados”, disse Gunnoe.
“Penso na surra como um instrumento perigoso, mas há ocasiões em que há uma tarefa grande o bastante para um instrumento perigoso — não podemos simplesmente usá-lo para todas as nossas tarefas”, acrescentou ela.
A professora Gunnoe entrevistou 2.600 adolescentes, fazendo-lhes perguntas sobre surras. Ela constatou que quando as respostas dos participantes foram comparadas com sua conduta, tais como sucesso acadêmico, otimismo sobre o futuro, conduta anti-social, violência, ataques de depressão, aqueles que haviam sido fisicamente disciplinados só entre as idades de dois e seis tiveram o melhor desempenho em todas as medidas positivas.
Aqueles que haviam sido surrados entre sete e onze exibiam conduta mais negativa, mas ainda assim tinham mais probabilidade de obter sucesso acadêmico.
Em casos em que a disciplina física continuou além da idade de 12, ou naqueles que nunca haviam recebido castigo físico, os filhos tiveram um desempenho mais fraco nos indicadores que foram levados em consideração. A Dra. Gunnoe constatou que quase um quarto dos adolescentes no estudo relatou que jamais foram surrados.
O Conselho Americano de Pediatria (CAP) declara que uma surra disciplinar aplicada pelos pais pode ser eficaz quando utilizada de forma apropriada. “É claro que os pais não deveriam se apoiar exclusivamente na surra disciplinar para controlar a conduta de seus filhos”, diz a declaração de posição da organização. “As evidências indicam que pode ser uma parte útil e necessária de um plano bem sucedido de disciplina”.
De acordo com o CAP, a disciplina eficaz tem três componentes: um relacionamento de amor e apoio entre pais e filhos; uso de incentivos quando as crianças têm bom comportamento; e, uso de castigo quando as crianças se comportam mal.
Muitos pais que temem usar uma surra como castigo afirmam que a surra ensina conduta fisicamente agressiva que a criança imitará.
Aric Sigman, psicólogo e autor do livro “The Spoilt Generation: Why Restoring Authority will Make our Children and Society Happier” (A Geração Estragada: Por que restaurar a autoridade tornará nossos filhos e a sociedade mais felizes), comentou os resultados da pesquisa da professora Gunnoe.
“A ideia de que dar palmadas e violência estão na mesma categoria é uma maneira bizarra e doentia de ver aquilo que é castigo para a maioria dos pais”, ele disse ao jornal Daily Mail da Inglaterra.
“Se um pai que normalmente é afetivo e sensível à criança aplica de forma sensata a disciplina, a sociedade não tem por que se queixar e se enfurecer. Os pais precisam somente aprender a distinguir a disciplina de um murro na cara”.
Leia os artigos relacionados de LifeSiteNews:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jan/10010507.html

Magno Malta: Lei Da Palmada É Uma Agressão À Família

Em: 21 de dezembro de 2011 - Por:Julio Severo

Em nota oficial, o senador Magno Malta (PR/ES) disse que a chamada Lei da Palmada, projeto que prevê punições a pais que administram castigos físicos em seus filhos, é uma agressão à família que é responsável pela educação dos filhos.
Magno Malta, aliado de Dilma Rousseff, é totalmente contra a chamada Lei da Palmada
Presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Família Brasileira, Malta é totalmente contra a chamada lei da Palmada. “Sempre provei para população, que família estruturada reflete uma sociedade também estruturada. Filhos tem que ser educados pelos pais. Não podemos interferir na educação e nos bons costumes familiares. É lógico, que sou contra qualquer tipo de violência, mas Deus permitiu as mães corrigirem os filhos com palmadas. Este tipo de correção é também uma forma de amor. É melhor fazer uma criança chorar, do que ter que chorar no futuro”, explicou Malta.
Aliado do governo de Dilma Rousseff e conhecido pelo seu papel principal na CPI da Pedofilia e do Narcotráfico, o senador Magno Malta declarou que “não é correto penalizar uma mãe que corrigir o filho com uma simples palmada. Esta lei é um exagero” frisou.
O projeto, aprovado por unanimidade pela Comissão Especial da Câmara, especifica que crianças e adolescentes devem ser “protegidos” do castigo físico, como se a família fosse uma ameaça constante para as crianças. O projeto coloca o Estado como “protetor” das crianças contra a família, o mesmo Estado que vem gradativamente trabalhando para liberar a lei do aborto, que mata crianças, o mesmo Estado que permite programação imprópria de TV para crianças, o mesmo Estado que quer doutrinação homossexual para crianças nas escolas.
Como explicar que Malta, que é evangélico, é totalmente contra a chamada Lei da Palmada, mas a Frente Parlamentar Evangélica fez acordo com o governo para que o projeto fosse aprovado com unanimidade na Câmara dos Deputados?
Pelo acordo, o projeto deveria ir diretamente para o Senado, depois da aprovação na Comissão Especial da Câmara dos Deputados, numa votação que desrespeitou a maioria dos pais e mães do Brasil, contrários a essa invasão dos direitos dos pais.
Contudo, atrapalhando o acordo, o Dep. Jair Bolsonaro conseguiu coletar 51 assinaturas necessárias para fazer com que o projeto seja votado no plenário da Câmara dos Deputados, onde todos os deputados serão vistos votando num projeto que tem ampla antipatia da população.
Magno Malta disse: “Caso seja votada no Senado Federal, com certeza vamos mobilizar a Frente em Defesa da Família Brasileira para coibir este absurdo”.
Por que a Frente Parlamentar Evangélica (FPE) não teve semelhante atitude contra esse absurdo de lei? Por que a FPE não fez na Câmara o que Malta pretende fazer no Senado?
Para vergonha da FPE, Jair Bolsonaro fez o que uma bancada evangélica inteira não quis fazer.
Com informações da Assessoria de Imprensa do Senador Magno Malta.