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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Estilista Dá Dicas De Roupas Para Mulheres Cristãs



Ela afirma que roupas sensuais devem ser proibidas para este público e ensina como usar peças que estarão em alta na próxima estação.
Por: Leiliane Roberta Lopes
Em:  16/09/2012 - 16:00 - Atualizado em 16/09/2012 - 14:09 
Estilista dá dicas de roupas para mulheres cristãsEstilista dá dicas de roupas para mulheres cristãs
A consultora de imagem Susan Dutra concedeu umaentrevista ao portal Lagoinha.com falando sobre moda evangélica, comentando como as mulheres podem se vestir de acordo com a ética cristã e ainda manter um estilo.
Na visão da stylist a forma correta é “usar roupas que sejam decentes e comportadas”, dizendo que para este público as roupas sensuais devem ser proibidas.
“Acho proibido o uso de roupas sensuais. Porque elas são curtas, justas e decotadas. Sabemos que os homens são atraídos pelo o que eles veem, por isso quando uma mulher se veste de maneira sensual ela faz com que os homens pequem ao olharem para ela”, disse.
Apesar de pensar em roupas que evitem mostrar o corpo de forma inadequada, Susan dá dicas de como a mulher cristã pode se vestir bem sem ultrapassar esses limites. Ao falar do que estará em alta na próxima estação, ela pede para que as mulheres se atentem em relação a transparência e as fendas que fazem parte da coleção primavera/verão de muitas lojas.
“Vale lembrar que devemos ter cuidado com o tamanho das fendas e a transparência pode ser usada desde que você coloque uma peça correta por baixo”, ensina.
Susan Dutra esteve participando do II Congresso Mulheres Diante do Trono que aconteceu na Igreja Batista da Lagoinha, igreja onde a personal stylist, esposa do empresário Daniel Dutra, congrega.
“Nunca se esqueçam de que a santidade também é refletida através das nossas roupas, por isso, não se deixem enganar pelas ofertas enganosas e passageiras que o mundo propõe o tempo todo”, disse.

Não Há Lugar Para Israel Em Um Novo Oriente Médio, Diz Ahmadinejad


Em: 20/08/2012 - 22:54 
Não há lugar para Israel em novo Oriente Médio, diz Ahmadinejad
Não Há Lugar Para Israel Em Um Novo Oriente Médio, Diz Ahmadinejad
O aiatolá chegou a dizer que em breve o Estado hebreu irá desaparecer do mapa
Durante seu discurso no Dia de Jerusalém, celebrado na última sexta-feira (17), o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad fez críticas severas a Israel, chegando a dizer que a “a existência do regime sionista é um insulto a toda a Humanidade”.
Os iranianos que assistiam ao discurso que acontecia na Universidade de Teerã gritavam “morte à América, morte a Israel” enquanto o presidente continuava seu discurso prometendo um Novo Oriente Médio sem a existência do Estado hebreu.
“Você quer um novo Oriente Médio? Nós também, mas no novo Oriente Médio… não haverá nenhum vestígio da presença americana e dos sionistas”, disse Ahmadinejad.
A crítica aos Estados Unidos acontece diante de um possível ataque ao Irã para tentar pressionar o governo a barrar a pesquisa nuclear, já que as sanções não foram suficientes para encerrar o programa de armas nucleares.
Esse apoio foi até mesmo classificado como “tumor cancerígeno” pelo presidente iraniano que pediu para que os muçulmanos se unam para frustrar essa aliança.
Não foi só o presidente que discursou naquele dia, o aiatolá Ali Khamenei também falou contra Israel dizendo que em breve o Estado vai “desaparecer do mapa”. “Israel é uma excrescência artificial no Oriente Médio que irá desaparecer”, afirmou.

Irã Poderá Usar Células Terroristas No Brasil Durante Guerra Contra “Infiéis”


Em: 09/09/2012 - 16:47 
Irã poderá usar células terroristas no Brasil durante guerra
Grupos terroristas teriam soldados em países como Bolívia, Brasil, Equador, Guatemala, Nicarágua e Venezuela.
O comandante-chefe adjunto da Guarda Revolucionária do Irã advertiu, na semana passada,  que qualquer agressão contra o Irã poderá fazer com que a “guerra final” chegue até o território de seus inimigos.
“Nossa nação está pronta para esfregar o focinho dos nossos inimigos no pó e enviar milhares de caixões de volta para as suas cidades”, disse o general Hossein Salami.
“Qualquer agressão contra o Irã irá expandir a guerra até as fronteiras dos inimigos”, alertou. ”Eles conhecem o nosso poder, e não vamos permitir qualquer agressão contra nossa terra.”
O general citou duas razões para o que chamou de supremacia do regime islâmico: “Uma delas é que o líder supremo, o vice-presidente do Imã Oculto [o messias muçulmano], reinará com poder, conhecimento, penetrando os corações; a outra são os mártires que derramaram o seu sangue para a grandeza do país”.
Ao elogiar os mártires, lembrou: “Allah diz no Alcorão que os mártires estão vivos e não os considera mortos, pois eles trocaram sua vida aqui para alcançar a vida eterna.”
A Agência de Notícias Fars também informou que o general Hassan Firoozabadi, chefe do Estado-Maior do Exército do Irã, acredita que todos os países que apoiarem Israel devem esperar grandes ataques da Al-Qaeda e outros grupos terroristas em breve.
Conforme relatado no início deste ano, suas células terroristas foram colocadas em alerta máximo para responder, caso o Irã seja atacado. Centenas dessas células foram plantadas na América Latina nos últimos anos. Em colaboração com o Hezbollah, elas aguardam ordens para atacar alvos inimigos.
“A Força Quds estabeleceu um centro de comando e controle na Bolívia e Venezuela”, revelou recentemente um ex-funcionário iraniano com conhecimento da rede terrorista. ”Embora tenha presença antiga na Europa e outras partes do mundo, seu foco está na América Latina. Existem atualmente milhares de células na Bolívia, Brasil, Equador, Guatemala, Nicarágua e Venezuela.”
Um relatório recente da CIA indica que o Irã estabeleceu uma base de treinamento na região  norte da Nicarágua, onde soldados, incluindo membros do Hezbollah, estão sendo preparados para um ataque iminente.
Hassan Abassi, ex-comandante da Guarda Iraniana e um estrategista, afirmou que muitas das células são de origem latino-americana, inclusive do México, e que várias centenas de alvos já foram identificados para um possível ataque.
Outro comandante importante do regime islâmico, o general Masoud Jazayeri, advertiu recentemente que “em face de qualquer ataque, o Irã oferecerá uma resposta esmagadora. Nesse caso, não só agirão nas fronteiras do Oriente Médio e do Golfo Pérsico, mas todo o continente da América será alvo de nossos ataques “.
Segundo uma fonte que trabalhou dentro da divisão de inteligência e que fugiu para a Europa recentemente, milhares de membros da Guarda Revolucionária e das forças paramilitares irão realizar exercícios nas próximas semanas para celebrar a “semana santa de defesa”, um evento anual que lembra a guerra Irã-Iraque. De acordo com essa fonte, o exercício quer alertar a população iraniana que o regime atual espera a breve deterioração das condições econômicas dentro do país e um ataque  dos inimigos antes do final do ano.
Reza Kahlili , pseudônimo de um ex-agente da CIA infiltrado na Guarda Revolucionária do Irã e autor do livro premiado ”Tempo de Trair” (2010), ajudou a traduzir o vídeo abaixo que circula nos países árabes como um alerta e uma convocação para o surgimento em breve do Mahdi, uma espécie de messias islâmico que, segundo a tradição muçulmana, se levantará  no final dos tempos para liderar os seguidores de Allah numa guerra contra todos os infiéis, tendo Jesus Cristo a seu lado.

Força Militar De 25 Nações Está No Golfo Pérsico Enquanto Israel Prepara Ataque Ao Irã


Em: 17/09/2012 - 12:03 Por: por Jarbas Aragão
Manobras na região chamam atenção na iminência de guerra

Força militar de 25 nações está no Golfo Pérsico enquanto Israel prepara ataque ao IrãForça militar de 25 nações está no Golfo Pérsico enquanto Israel prepara ataque ao Irã
Navios de guerra, porta-aviões, caça-minas e submarinos de 25 países estão reunidos no Estreito de Ormuz, lugar estrategicamente importante em uma demonstração sem precedentes de força enquanto Israel e Irã continuam com ameaça de guerra. Entre as nações estão Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos, e a presença deve durar 12 dias.
Uma armada naval dos EUA e da Grã-Bretanha está parada no Golfo Pérsico, visando prevenir o ataque de Israel contra o programa secreto iraniano de armas nucleares. O Estreito de Ormuz é uma das vias navegáveis internacionais mais congestionadas do mundo. Possui apenas 21 quilômetros de largura no seu ponto mais estreito e faz fronteira com a costa iraniana ao norte e com os Emirados Árabes Unidos ao sul.
Neste domingo, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou durante entrevista a uma rede de televisão americana que o Irã está muito próximo de concluir suas armas nucleares. Ele estima que dentro de “seis ou sete meses” o governo de Teerã terá enriquecido 90% do urânio suficiente para uma bomba.
Netanyahu apelou para que o presidente Barack Obama intervenha com urgência na situação, estabelecendo os “limites” que o Irã não poderia cruzar para assim evitar uma ação militar.
“Vocês (os Estados Unidos) têm que montar essa linha vermelha diante deles agora, antes que seja tarde demais”, afirmou Netanyahu durante um programa de TV na rede NBC. Obama, por enquanto, se recusa a tomar qualquer postura ofensiva, preferindo insistir no bloqueio econômico.
John Sawers, chefe do Serviço Secreto de Inteligência inglesa teria se encontrado com o primeiro-ministro israelense Ehud Barak e, seu secretário da Defesa, há duas semanas, em uma tentativa de evitar uma ação militar contra o Irã. A resposta de Israel foi surpreendente: “O mundo diz a Israel: ‘Espere, ainda há tempo.” E eu digo, ‘Esperar o quê? Esperar até quando?”.
Uma vez que a maioria dos líderes ocidentais está convencida que o Irã vai retaliar qualquer tentativa de ataque de Israel ou seus aliados, a iniciativa de enviar navios para o Golfo Pérsico seria uma forma branda de fazer pressão sobre os dois países.
Trata-se de uma posição estratégica, pois por ali passam cerca de 18 milhões de barris de petróleo por dia, cerca de 35% de todo o petróleo comercializado no mundo por via marítima.
Porém, se o Irã interromper a exportação petrolífera, isso teria efeito catastrófico sobre as economias fragilizadas da Europa, dos Estados Unidos e do Japão, que ainda dependem fortemente do petróleo e gás que passam pelo Golfo.
Essa força multinacional naval no Golfo inclui três porta-aviões norte-americanos classe Nimitz sendo que cada um carrega mais aeronaves do que toda a força aérea iraniana. Eles são apoiados por pelo menos 12 navios de guerra, incluindo cruzadores com mísseis balísticos, fragatas, destróieres e navios que transportam milhares de fuzileiros navais e forças especiais dos EUA.
Em caso de guerra, a principal ameaça contra a força multinacional viria da Guarda Revolucionária Islâmica, que deverá adotar uma estratégia de “negação de acesso”.  Especialistas dizem que o Irã fará grandes manobras militares em seu próprio território, para mostrar que está preparado para defender suas instalações nucleares contra a ameaça de bombardeio aéreo.
Ali Fadavi, almirante da Guarda Revolucionária Iraniana, recentemente afirmou que “quaisquer tentativas dos inimigos” seriam frustradas e um alto preço cobrado.
Com informações VEJA e Telegraph