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sábado, 26 de julho de 2014

Parceria Nada Celestial: Aliança Evangélica Decide Apoiar Governo Dilma Rousseff

Em: 13 de março de 2013

Gilberto Carvalho e Ariovaldo Ramos firmam parceria entre governo e evangélicos

Julio Severo
O ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, participou de importante reunião promovida pela Aliança Evangélica (AE) em 28 de fevereiro na Igreja Presbiteriana de Brasília, DF. Recebido por cerca de 70 líderes evangélicos, Carvalho ouviu de Ariovaldo Ramos, representante da AE, o compromisso de apoio. “Vamos apoiar as ações do Governo que favorecem o pequeno, o pobre… Queremos ser um instrumento de parceria”, disse Ariovaldo, que também declarou que irá fazer “cobranças” quando o governo se desviar do direcionamento socialista em suas políticas.
Gilberto Carvalho na reunião da Aliança Evangélica
Ah, “ajudar” o pobre! É exatamente isso o que o socialismo faz: se torna o deus dos pobres, comprando a eles e seu voto mediante uma variedade de bolsas-esmolas que são verdadeiras armadilhas para a alma.
Gilberto Carvalho agradeceu as palavras de Ariovaldo e confirmou o desejo do governo de caminhar em diálogo e parceria com a AE. “Ai das igrejas que perdem o caráter de profecia. Ai do governo que se fecha”, afirmou ele, em palavras que em muito recordaram Robinson Cavalcanti, que igualmente atrelava o caráter profético das igrejas ao ativismo socialista.

Encontro de “irmãos”

Carvalho, que também foi seminarista católico, confessou sentir-se dividido naquele momento: se falava como representante do governo ou como um irmão e companheiro da caminhada. “Agradeço do fundo do coração o convite. Somos companheiros de caminhada. Ouvir vocês foi um bálsamo, um oásis no deserto”.
Essa identificação de “irmãos” não é de forma alguma surpresa. Carvalho tem um histórico de engajamento nas comunidades eclesiais de base da Igreja Católica. Essas comunidades eram vespeiros da marxista Teologia da Libertação.
Gilberto Carvalho com Ariovaldo Ramos na reunião da Aliança Evangélica
Por sua vez, Ariovaldo Ramos é louvado pelos evangélicos progressistas como um dos principais “profetas” da Teologia da Missão Integral — que, segundo o próprio Ariovaldo, é a versão protestante da Teologia da Libertação. Ariovaldo se identifica como cristão reformado, de linha calvinista.

“O problema são os neopentecostais”

Contudo, algo mais os une. No evento na Igreja Presbiteriana de Brasília, Ariovaldo mais uma vez se queixou das igrejas neopentecostais, especialmente seus televangelistas — queixa amplamente compartilhada por toda a esquerda evangélica, desde Caio Fábio até o assassinado bispo marxista Robinson Cavalcanti.
Essa queixa também encontra eco nos resmungos políticos de Gilberto Carvalho. No ano passado, ele disse que o PT precisava fazer uma disputa ideológica com os televangelistas neopentecostais, que estão minando as campanhas do PT de doutrinação pró-aborto e pró-homossexualismo da população.
O PT quer, na visão de Carvalho, tirar da influência neopentecostal suas vastas multidões que têm sido ensinadas a rejeitar a agenda abortista e homossexualista do governo.

Mudez diante do histórico de Carvalho envolvendo assassinatos

Carvalho, atuante homem forte no governo de Lula e Dilma Rousseff, foi o principal articulador do PT nos eventos posteriores ao assassinato de Celso Daniel, o prefeito petista de Santo André que “sabia demais”. Várias pessoas que foram testemunhas do assassinato foram depois também assassinadas. O caso envolvia grandalhões.
Carvalho era braço-direito do prefeito e, conforme denunciaram os irmãos do prefeito assassinado que hoje encontram-se exilados em outro país por ameaças de morte, o PT tinha um grande esquema de corrupção em Santo André, onde enormes somas de dinheiro eram levadas à cúpula do PT — no caso, para José Dirceu.
Com a força sinistra de Carvalho, o caso foi abafado, com todos os seus escândalos e sangue derramado. Está fácil para o PT agir como se dominasse tudo. Afinal, como declarou o colunista Reinaldo Azevedo: “Os petistas, embora não o digam em público, consideram que a oposição está liquidada”.

Televangelistas: única oposição que sobrou contra a agenda socialista de aborto e sodomia

De fato, o PT não tem oposição política ou midiática secular nenhuma. O PSDB, que é pintado como “oposição”, nada mais faz do que imitar o PT, como comprova a insana lei anti-“homofobia” do Estado de São Paulo, a qual saiu diretamente das entranhas do PSDB.
Na eleição de 2010, o Brasil inteiro viu como o PT estremeceu quando as denúncias de sites e blogs evangélicos contra o aborto e o homossexualismo colocaram em risco a eleição de Dilma Rousseff, que precisou mentir para ganhar o público evangélico. O PT continua com medo dos evangélicos.
De modo geral, a mídia evangélica se abstém de tocar em assuntos que incomodam o governo, como aborto e homossexualismo. Às vezes, quando falam, acabam recuando, como aconteceu com a Universidade Presbiteriana Mackenzie, que tinha um manifesto contra o PLC 122, mas prontamente o retirou quando os ativistas gays ameaçaram.
Entretanto, na televisão, a voz mais forte e vigorosa contra a agenda gay tem sido a de Silas Malafaia, seguida de algumas outras poucas vozes de líderes neopentecostais.
Essas vozes poderiam ser mais fortes, mas foram cooptadas pelo PT mediante o trabalho satânico de evangélicos petistas. No início da década de 1990, a revista Ultimato, de linha calvinista esquerdista, se revoltava contra a oposição neopentecostal feroz ao PT. Paul Freston, que era membro de carteirinha do PT e articulista da Ultimato, se queixava de que as igrejas neopentecostais usavam suas redes de televisão para mostrar oposição sólida ao PT, e questionava como levá-las aos currais petistas.
Graças à lábia macia de Caio Fábio, que era então colunista da revista Ultimato e o maior pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil, essas igrejas acabaram se unindo a muitas igrejas históricas no apoio ao PT, embora muitas delas ainda usem, ainda que timidamente, seus canais de televisão para condenar a legalização do aborto e da sodomia.

Denúncias “proféticas” contra Marcos Feliciano, mas não contra Carvalho e o PT

Para Gilberto Carvalho, o apoio dos neopentecostais é inconfiável. Um dos exemplos é Marcos Feliciano, que em 2010 militava pela eleição de Dilma Rousseff. Mas ele nunca deixou de expressar publicamente sua oposição ao aborto e ao homossexualismo, gerando incomodo e mal-estar no PT.
Em contraste, evangélicos progressistas como Ariovaldo Ramos e seus colegas da Aliança Evangélica preferem fazer outros tipos de cobrança do governo: maiores intervenções estatais na economia pretensamente para ajudar os pobres, maior estatização da educação e saúde, etc. Enfim, a proposta deles, conscientemente ou não, coloca o governo como o Grande Deus Pai de todos, gerando plena satisfação no PT e outros partidos socialistas.
Embora a AE também tenha algumas declarações que parecem apontar para um posicionamento pró-vida e pró-família, essas não são suas preocupações principais. Além disso, a AE nunca mostrou nenhum sussurro “profético” contra os constantes esforços do governo de avançar a legalização do aborto e do homossexualismo.
Enquanto o governo socialista de Dilma Rousseff despeja propaganda atrás de propaganda a favor do aborto e do homossexualismo, tudo o que a AE faz é bocejar. Mas o que ficou muito mais vergonhoso é que vários líderes da AE, inclusive o próprio Ariovaldo Ramos, assinaram documento de repúdio à nomeação do Pr. Marcos Feliciano à presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Eles preferiram se unir ao fundamentalismo socialista do PT, que promove descaradamente a cultura da morte, nos ataques a Feliciano — que, mesmo tendo apoiado o PT no passado, não abre mão de denunciar profeticamente a agenda de aborto e homossexualismo do governo.
Esse tipo de denúncia profética, que é bíblica, a AE nunca fez, e diante dos chefões do PT, não a faz. Mas ataca furiosamente os que a fazem.

AE: Nada de denunciar a obsessão estatal de aborto e sodomia

O próprio Ariovaldo, um dos chefões da AE, não cobrou de Carvalho a obsessão dele e do governo petista envolvendo o aborto e o homossexualismo. Aliás, Ariovaldo nem quis mencionar o sinistro papel do ministro antes, durante e depois dos assassinatos em Santo André. Pelo contrário, os dois se abraçaram como irmãos.
Entretanto, para Feliciano, nada de abraços. Só condenações. Muito diferente de Carvalho, Feliciano, por mais imperfeito que seja, não tem histórico de envolvimento com assassinatos, nem com aborto, nem com homossexualismo. Mas em vez de assinar um documento público contra Carvalho, Ariovaldo e seus capangas da AE assinaram um documento contra Feliciano.
Quer deixar o diabo, o inferno e o PT felizes? Chame um evangélico progressista para fazer as coisas. De acordo com o Dicionário Aurélio, “progressista” significa: “Diz-se de quem, não pertencendo a um partido socialista ou comunista, aceita e/ou apóia, no entanto, os princípios socialistas ou marxistas”.
Como todos os membros da AE, Feliciano também já cometeu o erro de apoiar o PT. Mas ele foi “infiel” ao não abrir mão de denunciar o aborto e o homossexualismo. Agora, ele está sofrendo as consequências: a ira do PT, do movimento gay, da esquerda secular e… da esquerda evangélica, muito bem representada pela AE.

“Denúncias” para ajudar o governo a manter os pobres brasileiros no curral socialista

Como fiel adepta da esquerda, a AE nunca incomodará Carvalho e o PT sobre assassinatos, aborto e homossexualismo. A única denúncia “profética” que poderia vir da AE contra o governo é se o governo se desviar de seu chamado socialista de Grande Deus Pai de todos.
Se o governo deixar de dar bolsas-esmolas, comprando assim o voto e alma dos pobres brasileiros, aí sim a voz da AE, através de Ariovaldo Ramos e outros representantes, falará com sua típica estridência “profética” inspirada em Karl Marx. Esse é o tipo de voz que Gilberto Carvalho e o PT adoram ouvir.

Afinidade e irmandade

Carvalho vê afinidade e esperança nesse tipo de evangélico. Os dois lados querem o governo como Grande Deus Pai de todos e os dois veem as igrejas neopentecostais com muita preocupação e obstáculo para suas ambições.
Nada mais justo do que os dois caminharem juntos como irmãos, ainda mais que as eleições presidenciais de 2014 estão chegando.
Por isso, não é de estranhar que os irmãos tenham celebrado uma parceria dentro de um templo da IPB em Brasília.
Nada mais justo Ariovaldo Ramos representar a Aliança Evangélica e Gilberto Carvalho representar o governo. Aliança perfeita! Parceria perfeita!
Contudo, será que todos os presbiterianos do Brasil concordam que um templo da IPB tenha sido usado para essa aliança nada celestial?
Um líder presbiteriano, que prefere não revelar seu nome, diz: “Como evangélico, acho lamentável uma parceria entre uma aliança que se diz evangélica e um governo totalmente esquerdista e abertamente anticristão. Como presbiteriano, sinto vergonha de tal evento ter sido realizado numa Igreja Presbiteriana. Tal parceria é um alerta para aqueles que depreciam o valor e a importância das doutrinas bíblicas, e a necessidade de estudarmos teologia bíblica de forma séria. Os cristãos de hoje precisam aprender de uma vez por todas que ideias têm consequências. Doutrinas ou ideias distorcidas sobre o que é a igreja, no que constitui a sua tarefa profética, qual é o papel e o limite do governo, só podem levar a atos lamentáveis como esse. Que Deus tenha misericórdia de nós!”
A reunião da AE com a presença do ministro Gilberto Carvalho na Igreja Presbiteriana de Brasília firmou os passos numa parceria estratégica que, de acordo com os idealizadores, vai até 2015.
A reunião foi feita no mesmo dia (28 de fevereiro) em que o supremacista gay Jean Wyllys foi ovacionado na Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Eu poderia dar para a AE este versículo:
“Jamais vos coloqueis em jugo desigual com os descrentes. Pois o que há de comum entre a justiça e a injustiça? Ou que comunhão pode ter a luz com as trevas?” (2 Coríntios 6:14 KJA)
Mas como o calvinista Ariovaldo Ramos e o católico Gilberto Carvalho conhecem a Bíblia e, ainda assim, preferem caminhos socialistas, só posso perguntar: O que há de incomum entre um socialista calvinista e um socialista católico? Ou que desunião e descomunhão poderiam haver entre a Aliança Evangélica e o governo socialista de Dilma Rousseff?
Trevas combinam com as trevas. Evangélicos esquerdistas combinam com católicos esquerdistas. E evangélicos esquerdistas combinam com governo esquerdista.
Nada, pois, poderá atrapalhar a parceria deles — a não ser alguns neopentecostais!
Com informações da revista Ultimato e site da Aliança Evangélica.

Rússia Proíbe Palavrões E Desrespeito A Deus. Por Que Os EUA Não Fazem A Mesma Coisa?

Publicado Em: 10 de maio de 2014


Bryan Fischer
Vladimir Putin está nas manchetes de novo, desta vez por proibir linguagem suja na Rússia. De acordo com a CNN, ele sancionou nesta semana uma nova lei que “proíbe palavrões nas artes e nos eventos de cultura e entretenimento” na Rússia. Nas palavras do Kremlin, a nova lei “proíbe o uso de linguagem obscena.” Embora Putin esteja errado na Ucrânia, ele está certo sobre palavrões.
Quem fizer um filme com linguagem obscena na Rússia nem chegará a exibi-lo num cinema. Livros, CDs e DVDs que contêm palavrões e desrespeito a Deus terão de ser distribuídos num pacote lacrado com uma etiqueta com aviso visível.
Os infratores estão sujeitos a uma multa de 70 dólares, enquanto autoridades de boca suja podem ser multadas em 140 dólares e negócios que são culpados podem enfrentar multas de até 1.400 dólares.
A nova lei, prevista para entrar em vigor em 1 de julho, ecoa a proibição contra a blasfêmia que se encontra nos Dez Mandamentos (“Não tomarás em vão o nome do Senhor teu Deus”) e fornecerá outro exemplo em que as políticas públicas da Rússia estão muito mais de acordo com os padrões da Bíblia do que as leis públicas da nação americana cristã.
Será que uma lei semelhante poderia ser instituída nos Estados Unidos sem violar a Primeira Emenda da Constituição? É claro que sim. A intenção dos fundadores dos EUA ao estabelecer a plataforma de liberdade de expressão da Primeira Emenda foi proteger o discurso político, não os palavrões, o desrespeito a Deus, a vulgaridade, a obscenidade ou a pornografia.
Os fundadores queriam muito garantir que a nova república dos EUA fosse caracterizada por um saudável diálogo político em todos os assuntos de políticas públicas. Todos teriam a liberdade de introduzir suas ideias e convicções no debate público sem medo de serem censurados e silenciados por um governo central draconiano.
Mas os fundadores ficariam horrorizados só de pensar que alguém, em algum lugar, em algum tempo pensaria que eles estavam criando um documento com a intenção de permitir o uso ilimitado de palavrões numa sociedade boa. Se cada estado dos EUA quiser proibir linguagem suja em público, sob a Constituição conforme está escrita (não conforme está aleijada pelos tribunais), eles são perfeitamente livres para fazer isso.
George Washington era conhecido por proibir o uso de palavrões e desrespeito a Deus entre seus soldados. Disse o primeiro comandante-em-chefe dos EUA e o pai dos EUA: “A prática tola e maligna de palavrões e desrespeito a Deus é um vício tão medíocre e baixo que toda pessoa de sensatez e caráter a detesta e despreza.”
George Washington, primeiro presidente dos EUA, não permitia palavrões
Como general, George Washington deu a seguinte ordem geral (observe que não foi uma simples recomendação):
O general está triste de ser informado que a prática tola e maligna de palavrões e desrespeito a Deus, um vício até agora pouco conhecido no Exército Americano, está se tornando moda. Ele espera que os oficiais militares, por seu exemplo e influência, se esforçarão para repelir essa prática e que tanto eles quanto os soldados meditem que nós temos pouca esperança de nosso exército receber as bênçãos de Deus se O insultarmos com nosso desrespeito e tolices. Além disso, é um vício tão medíocre e baixo que sem a menor sombra de dúvida toda pessoa de sensatez e caráter a detesta e despreza. (O destaque é meu.)
Na época em que a Primeira Emenda entrou em vigor, havia leis contra palavrões e blasfêmia em público em todos os primeiros estados americanos, ou por lei escrita ou por lei não escrita. Os fundadores muito obviamente não viam nenhuma contradição entre a Primeira Emenda e as leis contra os palavrões, pela simples razão de que a Emenda era sobre proteger discurso político, não palavras imundas.
O estado de Massachusetts ainda hoje conserva uma lei — e você pode consultá-la em inglês aqui — que proíbe blasfêmia contra Deus, Jesus Cristo, o Espírito Santo e a Bíblia.
A lei diz:
Seção 36. Quem deliberadamente blasfemar contra o santo nome de Deus negando e de forma desrespeitosa e com palavrões acusando Deus, sua criação, governo ou juízo final do mundo, ou de forma desrespeitosa e com palavrões acusando Jesus Cristo ou o Espírito Santo, ou de forma desrespeitosa e com palavrões acusando ou expondo à zombaria e deboche a santa palavra de Deus contida nas santas escrituras será punido por prisão por não mais que um ano ou por uma multa de não mais que trezentos dólares, e pode também ser obrigado a bom comportamento.
Para dar outro exemplo, a lei do estado da Pensilvânia contra palavrões e desrespeito a Deus foi elaborada por James Wilson, que foi um dos que assinaram a Constituição e um dos primeiros juízes do Supremo Tribunal dos EUA.
E em 1811, enquanto a tinta da Primeira Emenda mal estava seca, o Supremo Tribunal de Nova Iorque sustentou a condenação de um homem que havia proclamado publicamente que “Jesus Cristo era um bastardo, e sua mãe devia ser uma prostituta.”
Tais leis eram raramente aplicadas porque raramente eram necessárias. Mas existiam porque havia ocasiões em que erupções públicas de palavras vulgares precisam ser contidas para o bem público.
Há realmente leis que proíbem palavrões, e os governos as aplicam sempre. Palavrões são punidos em salas de aula das escolas públicas americanas, e o decoro não permite palavrões em assembleias legislativas sem graves repercussões. Tente xingar um policial e veja o que acontece.
Poucos duvidariam que uma sociedade livre de palavrões seria melhor do que a sociedade americana atual. Como apontou Tim Wildmon, presidente da Associação Americana da Família, ninguém sai de um cinema dizendo: “Sabe de uma coisa? Esse filme teria sido muito melhor se tivesse mais palavrões.”
A intenção aqui não é defender alguma expressão específica desse princípio. A intenção aqui é que se os EUA quiserem proibir os palavrões e o desrespeito a Deus, eles podem fazer isso. No nome da liberdade de expressão, que a discussão sobre esse assunto comece.
Traduzido por Julio Severo do artigo do BarbWire: Russia Bans Profanity — Why Don’t We?

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Brasil Em Crise E Dilma Dando Quase Um Bilhão De Dólares Para A Ditadura Cubana

Em:30 de janeiro de 2014 
POR: Julio Severo
Rachel Sheherazade, âncora do telejornal “SBT Brasil,” denunciou que Dilma Rousseff, está dando rios de dinheiro para a ditadura de Cuba. Assistam à denúncia aqui:  

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http://youtu.be/SKD_Hhw-JW0

Eu poderia pensar: “Que me importa? Não votei nela!” Sim, não votei nela, mas o dinheiraço que ela está dando para Cuba não vem pelo fato de que ela, Lula e outros ricaços do PT venderam tudo o que têm para dar para o pobre povo cubano.
Se o dinheiro tivesse vindo apenas dos que burramente votaram em Dilma e no PT, eu também não me preocuparia tanto. Mas a conta de tudo o que Dilma está dando à ditatura cubana não vai ser do PT. Vai ser do povo brasileiro, mesmo dos que não votaram na quadrilha que não cessa de roubar do Brasil.
O que mais dói é ver que grandes líderes evangélicos deram apoio a Dilma, inclusive Bispo Manoel Ferreira, Marcelo Crivella, Robson Rodovalho, Ariovaldo Ramos, CNBB e outros. Por justiça, todos os caríssimos presentes de Dilma para Cuba deveriam ser cobrados das contas desses líderes, não de quem não votou nela.
A desculpa deles para apoiar Dilma foi que o PT tinha promessas de ajuda aos pobres. Ora, Jesus ensinou, no capítulo 6 de Mateus, que comida, roupa e habitação são necessidades legítimas. E o que ele apontou como solução para suprir todas essas necessidades?
Jesus disse:
“Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” (Mateus 6:33 NVI)
Bispo Manoel Ferreira, Marcelo Crivella, Robson Rodovalho, Ariovaldo Ramos, CNBB e outros não buscaram o Reino de Deus em favor de si e dos pobres do Brasil, pois o mandamento de Jesus Cristo não os orientou a buscar o reino de Lula, da Dilma, do PT, do PSDB, etc.
Eles buscaram o reino deste mundo, e agora as riquezas do Brasil e de nossas famílias estão sendo canalizadas para a ditadura de uma ilha longínqua.
Não me levem a mal os seguidores desses homens, mas Rachel Sheherazade tem mais “palavras proféticas” do que esses buscadores do reino deste mundo.
Semanas atrás, postei um vídeo do pastor calvinista Mark Driscoll acusando os teólogos cessacionistas de mundanos por não crerem que o Espírito Santo dá hoje dons sobrenaturais como profecia, visões, etc. Mas quem busca o reino deste mundo também é mundano. Bispo Manoel Ferreira, Robson Rodovalho e outros creem nesses dons, mas foram mundanos ao buscar o reino da Dilma para suprir as necessidades materiais do Brasil.
O reino que eles buscaram está agora suprindo as “necessidades” da ditatura cubana que, mesmo depois de ter sugado todo os seu povo, nada produziu, a não ser miséria e opressão.
O reino deste mundo de Bispo Manoel Ferreira, Marcelo Crivella, Robson Rodovalho, Ariovaldo Ramos, CNBB e outros está investindo pesadamente no governo de miséria e opressão de Cuba.

Putin Pede Que Gays Deixem Crianças Em Paz

Em:

17 de janeiro de 2014

POR: Julio Severo, editor(Do Site: juliosevero.com)
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse hoje (17 de janeiro de 2014) que os homossexuais devem se sentir bem-vindos nos Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi, marcados para o período entre 7 e 23 de fevereiro, mas pediu para que eles “deixem as crianças em paz.”
O presidente russo, Vladimir Putin, se reúne com voluntários dos jogos Olímpicos de Sochi ALEXEY NIKOLSKY / AFP
Respondendo a uma pergunta de um voluntário da Olimpíada durante uma visita a Sochi, Putin prometeu que os homossexuais não serão discriminados na Rússia e podem ficar tranquilos. Mas ele ressaltou que, devido à lei que proíbe a propaganda homossexual para as crianças, eles não podem expressar seus pontos de vista sobre questões relacionadas ao homossexualismo para crianças e adolescentes.
Com sua declaração, Putin deu a entender que a homossexualidade e a pedofilia estão no mesmo nível. “Temos uma proibição de sexo não tradicional. Temos uma proibição de propaganda da homossexualidade e pedofilia, quero enfatizar isso, sobre a propaganda para menores,” disse ele.
Putin e outros políticos russos têm defendido a lei aprovada em junho como uma medida para proteger as crianças, mas líderes dos EUA e da Europa argumentam que proteger as crianças da propaganda homossexual é uma forma de “discriminação” contra os homossexuais que desejam ter acesso às crianças e adolescentes.
O presidente da Rússia insistiu para americanos e europeus que a lei não é discriminatória. “Não estamos proibindo nada, não estamos caçando ninguém, não temos punição criminal para essas relações, ao contrário de muitos outros países,” disse ele, em alusão aos países islâmicos que têm leis muito mais rígidas e violentas contra a homossexualidade, e onde homossexuais são rotineiramente torturados e assassinados. Mesmo assim, a ONU, os meios de comunicação e os líderes ocidentais miram apenas países cristãos e a Rússia por sustentarem leis para proteger crianças contra o homossexualismo. Os países muçulmanos, que matam homossexuais com ou sem lei, parecem protegidos das críticas e condenações aparentemente porque canalizam as fortunas de suas elites políticas para bancos dos EUA e Europa. A Arábia Saudita, cujas riquezas estão guardadas nas mãos de americanos e europeus, mata homossexuais, sem que americanos e europeus deem um pio de protesto.
Apesar das incessantes pressões e críticas dos EUA e da Europa, Putin deixou claro que os atletas homossexuais que participarem dos Jogos Olímpicos de Inverno não precisam se preocupar. Ele disse: “Podem ficar relaxados e calmos, mas, por favor, deixem as crianças em paz.”
Com informações do Estadão e Associated Press.