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quinta-feira, 15 de março de 2012

Fé E Descrença São O Tema Do Filme “Imortais”

O conflito de deuses pagãos e humanos chegam às telas em nova produção

O novo filme do diretor Tarsem Singh (A Cela, A Queda) é um conto épico de vingança, traição e


destino. Imortais, que estreia amanhã em todo o Brasil, é uma aventura de ação visualmente


espetacular. É a história do brutal e sanguinário rei Hipérion (Mickey Rourke) e seu exército de


assassinos na busca, por toda a Grécia, de um artefato mítico de guerra. Com esse arco


invencível, o rei será capaz de derrubar os deuses do Olimpo e se tornar o mestre supremo de


seu mundo.



Com eficiência impiedosa, Hipérion e suas legiões destóem tudo em seu caminho. Aldeia após


aldeia são destruídas até que um pedreiro chamado Teseu (Henry Cavill) jura vingar a sua mãe,


que foi morta em um dos ataques brutais. Quando Teseu encontra a sacerdotisa do Oráculo


Fedra (Freida Pinto), suas visões perturbadoras sobre o futuro do jovem o convencem que ele é


a chave para parar a destruição. Com sua ajuda, Teseu reúne um pequeno grupo de seguidores


e desesperado, tenta slvar para o futuro da humanidade.



Para quem gosta de filmes de guerra em cenários históricos, como 300 ou Guerra de Titãs, é


uma boa pedida. Em suma,é violência e sangue dominando a tela quase o tempo todo. Mas o


que chama atenção na história de Teseu équ se trata de um conto de vingança bastante


simples. O rei Hipérion quer vingar-se dos deuses e Teseu quer vingar-se do rei que matou a sua


mãe. A raiva que guia ambos os personagens é o fio condutor da história.



Rourke dá ao rei Hipérion a seriedade cruel de um humano impulsionado por raiva, tristeza e


decepção. Cavill retrata um herói que quer vingança, mas também não quer perder-se no


caminho, pois seu obejtivo maior é fazer justiça. É a disputa clássica de luz e trevas, mas com um


resultado brutal. O conflito marca outros personagens, como Zeus (Luke Evans) que aprosiona os


Titãs no Monte Tártato ao mesmo tempo que deseja libertar os humanos na sua luta contra o mal.



Os nome do filme remete aos deuses pagãos da Grécia Antiga. A questão da fé e da descrença


fica bem clara no roteiro. Tanto Teseu quanto Hipérion compartilham o sentimento de que os


deuses são caprichosos e não merecem sua confiança, especialmente quando parecem alheios


às suas necessidade. A humanidade sempre parece ser rápida em ficar zangada com o divino,


seja ele quem for.



A sociedade modern continua fazendo isso em relaçao ao Deus bíblico, dizendo que devemos


confiar em nós mesmos e não naquele que não podemos ver nem entender. Uma das raízes


dessa crença em geral vem de algum tipo de decepção. Especialmente quando Deus não


corresponde às nossas expectativas ou não atende nossos pedidos.



Nossa dor, frustração ou decepção são culpa dele e por isso vamos de uma forma ou outra,


voltarnos contra ele.



Trata-se do dilema de Jó e seus amigos, que lutaram contra isso até finalmente descobrirem a


verdade. Se crermos que Deus raramente faz jus às nossas expectativas, o motivo é simples:


nossas expectativas são limitados, egoistas e limitadas. Portanto, colocamos nossa confiança


mais em nós mesmos do que em um Deus que é poderoso, justo, amoroso e bom. Mas que atua


de maneiras muito além de nossa compreensão.



Em Imortais, Teseu acaba aprendendo a ver as coisas em uma perspectiva diferente, enquanto


Hipérion não muda. Um deles é destruído, o outro prevalece. Como na vida real, não é difícil


saber os motivos para que isso aconteça.


Com informações Hollywood Jesus e Wikipedia



Fonte: http://cinema.gospelprime.com.br/fe-e-descrenca-sao-o-tema-do-filme-

imortais/#ixzz1pEcw6ZJz Em: 29 / dezembro / 2011 - 23:40


Filha Do Mal Filme Sobre Exorcismo É Vice-Líder No Brasil

Exibição dentro de igreja para promover o longa gerou críticas de católicos e pedido de boicote


Filha do Mal estreou na última sexta-feira (3) e ficou em segundo lugar na lista de bilheterias no


Brasil durante o fim de semana, arrecadando mais de R$ 2 milhões.


O sucesso também aconteceu nos Estados Unidos, “The Devil Inside” superou Missão Impossível


4 e arrecadou 34 milhões de dólares somente nos EUA e Canadá. Para surpresa da mídia


especializada, o filme de terror entra para a história do cinema americano como a terceira melhor


média de público por sala em estreias em janeiro.


A obra é um falso documentário, no estilo Atividade Paranormal, que foi muito criticado por sites


de cinema antes do seu lançamento. O prestigiado site Rotten Tomatoes, que contabiliza as


críticas publicadas no país, indicava apenas 7% de opiniões positivas.


A votação da audiência da empresa de pesquisas CinemaScore mostrou que 16% dos


entrevistados deram ao filme a nota máxima, “A”, enquanto 19% deram a mínima, um “F”. Dois


terços do público ouvido classificou o filme com nota “C” ou menos.


O estúdio Paramount, que produziu o longa havia feito projeções para US$ 8 milhões no primeiro


final de semana, o que já seria um bom lucro considerando seu baixo custo de produção, apenas


US$ 1 milhão.


As previsões mais otimistas estimavam um lucro de U$20 milhões, número que foi ultrapassado


na primeira semana mesmo sem uma divulgação convencional nem grandes estrelas no filme.


A Paramount disse que já esperava essa “polarização” das audiências, com misto de amor e


ódio por parte de quem assistiu.



“Muitas pessoas adoraram amaneira como ficaram perturbadas ao assistirem”, explica Don


Harris, presidente de distribuição do estúdio. Ele creditou o sucesso da estreia do filme a uma


estratégia de marketing semelhante ao que foi feito para a série Atividade Paranormal, que já


está na terceira parte e em breve deve lançar uma quarta sequência.


“Nossa campanha foi muito parecida com ‘Paranormal’. Usamos a internet para despertar a


curiosidade dos espectadores mais jovens, que são fãs deste gênero”, disse ele. De fato, o filme


atraiu um público mais jovem, com 59% dos espectadores com menos de 25 anos.



Uma das estratégias usadas foi a exibição do filme dentro de uma igreja católica na cidade de


Pasadena, Califórnia. Atores vestidos de padres “investigavam” os expectadores para ver se


algum deles estava possuído.



O que para alguns foi apenas uma brincadeira, para outros foi motivo de zombaria. Grupos


católicos se mobilizaram pela Internet recomendando o boicote ao filme que, embora rodado na


Romênia, tem parte da história passada no Vaticano.



.

“A Filha do Mal” foi dirigido por William Brent Bell. As filmagens foram feitas em Roma e


Bucareste. Trata-se da história de que uma mulher (a brasileira Fernanda Andrade) que decide


investigar os exorcismos de sua mãe, Maria Rossi (Suzan Crowley).


Em 1989, Maria confessou que havia matado brutalmente três pessoas. Mas não tem domínio


sobre sue corpo. Cerca de 20 anos mais tarde, sua filha Isabella tenta compreender a verdade


sobre o que aconteceu naquela noite.


Ela viaja até o Hospital para Criminosos Insanos na Itália, onde sua mãe foi detida, para


determinar se ela é doente mental ou se está possuída pelo demônio.


Quando ela recruta dois jovens exorcistas do Vaticano (Simon Quarterman e Evan Helmuth) para


curarem sua mãe usando métodos não convencionais que combinam ciência e religião, se


deparam com os quatro poderosos demônios que possuem Maria.


Trailer:



Traduzido e adaptado de Inflex We Trust e Yahoo News



Fonte: http://cinema.gospelprime.com.br/filme-de-terror-a-filha-do-mal-gera-criticas-por-abordagem-exagerada-de-exorcismo/#ixzz1pEa1ooGQ - Em:
8 / fevereiro / 2012 - 18:30