CLICK ON THE FLAG FOR TRANSLATE

domingo, 6 de maio de 2012

Morar Junto Antes Do Casamento Pode Aumentar As Chances De Divórcio


Um artigo publicado no jornal The New York Times, pela psicóloga Meg Jay, da Universidade de Virgínia, nos EUA, destaca que casais que moram juntos antes do casamento (e especialmente antes de um noivado ou compromisso claro) tendem a ser menos satisfeitos com a união e mais propícios ao divórcio.
De acordo com a psicóloga, a maioria dos jovens, na faixa dos vinte anos, vive com o parceiro romântico pelo menos uma vez, e mais da metade de todos os casamentos serão precedidos de coabitação. Uma das principais crenças é de que morar juntos antes do casamento é uma boa maneira de evitar o divórcio, mas a crença é contrariada pela experiência.
A revolução sexual, o controle de natalidade e a situação da economia atual, que faz com que compartilhar contas seja mais atrativo, são fatores que contribuem para a decisão de namorados viverem juntos. Porém, na maioria dos casos, não há um discussão sobre por que eles querem viver juntos e o que isso significará.
De acordo com uma pesquisa realizada nos EUA, em 2001, as mulheres são mais propensas a ver a coabitação como um passo para o casamento, enquanto os homens são mais propensos a vê-lo como uma maneira de testar o relacionamento ou adiar o compromisso, e esta assimetria de gênero está associada com interações negativas e de menores níveis de compromisso, mesmo após a relação progredir para o casamento.
A maioria dos entrevistados durante a pesquisa concorda que os critérios para a escolha de um parceiro apenas para morar juntos são diferentes da escolha de um cônjuge. Segundo Meg Jay, os casais acreditam que vão viver juntos e que, se não der certo, eles podem voltar a levar a vida de antes, mas, com o tempo, eles compartilham os amigos, a residência, o cachorro, e fica difícil o processo de separação.
Um relatório divulgado em março de 2012, pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos, nos EUA, mostrou que essa conexão desfavorável entre a coabitação e o divórcio pode estar diminuindo. A pesquisa revelou que quase dois terços dos americanos veem a coabitação como um passo para o casamento. O risco maior de divórcio está entre os casais que usam a coabitação como um teste.
A psicóloga, que iniciou os estudos no assunto com base na situação de alguns de seus pacientes, destaca que é importante discutir a motivação de cada pessoa e o nível de comprometimento de antemão e, melhor ainda, ver a coabitação como um passo com direção intencional, em vez de um teste conveniente para o casamento ou para a parceria.
Fonte: Pernambuco.com Em:04/05/12 - 10:27

Com 1 Voto, Vereadora Toma Posse E Diz: ‘É Chamado De Deus’



Uma cassação no município piauiense de Coivaras, a 68 km de Teresina, elevou uma professora aposentada à vaga na Câmara Municipal como vereadora de um único voto, o dela mesma. Constância Melo Carvalho (PMDB), 79 anos, tomou posse após o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) cassar o mandato da vereadora Raimunda Costa dos Santos (PSDB) por infidelidade partidária. Ao tomar posse, Constância disse que chegou à Câmara devido a um “chamado de Deus”.
A posse de Constância Carvalho, na semana passada, chamou a atenção dos moradores. A vereadora disse que tinha registrado candidatura em 2008, mas desistiu na véspera, devido à morte do único filho, de 48 anos, vítima de câncer. Ele era seu coordenador de campanha. “Quando meu filho morreu, eu me desiludi com a política e pedi para que ninguém votasse em mim. Quando fui votar disse: ‘Não vou ser besta, vou votar em mim por causa da legenda do partido. E não é que deu certo?’”, disse Constância.
Ela afirma que só assumiu o mandato porque “Deus quis”. “É como diz a palavra de Deus, nos Provérbios de Salomão: ‘O homem pode fazer os planos, mas a resposta vem do Senhor’”. Evangélica “desde os dois anos de idade”, Constância, que é filiada ao PMDB há 14 anos, disse que vai trabalhar para construir uma Casa do Idoso e providenciar calçamento para a cidade. Sobre reeleição, disse que não sabe se vai disputar as eleições de outubro. Coivaras tem 3.398 habitantes e foi emancipada em 1993. A Câmara possui nove vereadores.
A história da aposentada se repete no Piauí. Em 2008, uma suplente de vereador de Pau d’Arco do Piauí que teve apenas um voto na eleição de 2004 tomou posse na Câmara Municipal. A vereadora Carmem Lucia Portela Santos (PSB) assumiu após o vereador Miguel Nascimento ter sido cassado pela Justiça Eleitoral.
Fonte: Terra Em: 04/05/2012

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Jejum Pode Ajudar A Proteger A Saúde Do Cérebro, Diz Estudo

A BBC Brasil divulgou um estudo inusitado feito por cientistas da National Institute on Ageing (NIA), em Baltimore, nos Estados Unidos. Para eles, jejuar pode proteger a saúde do cérebro.
A pesquisa explicou que reduzir o consumo de calorias ajuda no funcionamento do cérebro, mas que “é provavelmente melhor alternar períodos de jejum, em que você ingere praticamente nada, com períodos em que você come o quanto quiser”, disse Mark Mattson, líder do laboratório de neurociências do Instituto.
Segundo o relatório divulgado no encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, realizado em Vancouver, Canadá, inclusive mal de Parkinson ou de Alzheimer podem ser evitados com jejum por um ou dois dias por semana.
Mas para facilitar, ele também explicou que não se trata de um jejum total, sem ingerir nenhum tipo de alimento. Reduzir o consumo diário para 500 calorias – equivalente a uma dieta baseada em legumes – já seria suficiente para fazer surtir os efeitos de um cérebro mais saudável.
A conclusão foi feita após testes com ratos que, após passaram por uma dieta com dias alterados de jejum, passaram a ficar mais sensíveis à insulina e consequentemente, precisavam produzir uma menor quantidade da substância, que causa diminuição da função cerebral, além de diabetes.
Religião
Para os religiosos, além de fazer bem à saúde, o jejum também é uma forma de reforçar e demonstrar a fé.
Segundo o site religioso Vivos, o jejum pode ser realizado de diversas maneiras, como ficar por um período sem alimentar-se: 12, 24 ou mais horas; excluir da alimentação por um período pré-estabelecido algum item, exemplo: carne, refrigerantes e doces; não se alimentar com produtos fermentados; alimentar-se só com raízes ou alimentar-se apenas com líquidos por um tempo determinado.
Independente da forma escolhida, o principal é estar firma em seu propósito, presente em espírito e alimentar-se de oração.
Fonte: The Christian Post Em:23/04/2012

‘Irrelevante’: Marcelo Crivella Critica Editorial Da Folha De São Paulo

Eclipse jornalística

Não é possível que a Folha procure detratar alguém por ser “bispo evangélico e cantor gospel”, como se isso me desqualificasse a priori.
Todos se lembram quando o maior demagogo da história capitalizou as dificuldades financeiras para envenenar o povo alemão com as quimeras da vingança.
Aí seguiu o fechamento do parlamento, a mordaça na imprensa, a adesão do grande capital e a submissão das forças armadas. Os judeus estavam na primeira fila do ódio do Füher, depois viriam os ciganos, os negros… Era a marcha da insanidade. Como é odioso o preconceito e a que ponto pode chegar!
Li perplexo o ataque que a Folha fez no editorial “Pescaria fisiológica” (4 de abril) ao Ministério da Pesca e Aquicultura e a mim, o ministro, há apenas 28 dias no cargo.
Cabe primeiro, quanto a compra das lanchas, resgatar a verdade do entulho de mentiras e injúrias. São boas e necessárias, e isso foi escrito na ata de recebimento das lanchas por oficiais da Marinha. Convenhamos, ninguém entende mais de barco que eles. Demoraram a entrar em uso? Sim. Mas nem todas.
Em visita a Campo Grande, conversei com o coronel Matoso, do Batalhão Florestal, que disse usar diariamente a lancha para reprimir a pesca predatória no Rio Paraguai.
Do mesmo modo, os técnicos do BNDES consideram o potencial de produção de pescado do Brasil, sobretudo na aquicultura, um segundo pré-sal. Irrelevante, portanto, não é o ministério -é o editorial.
Fosse apenas essa a crítica, paciência, porque se entende a imprensa, mesmo com as suas demasias.
O que não se entende é que a Folha procure detratar a pessoa do ministro por ser “bispo evangélico e cantor gospel”, como se isso me desqualificasse a priori.
E a partir daí, cada letra de cada palavra do editorial, cada palavra de cada linha e cada linha de cada parágrafo escorrem a baba envenenada do preconceito. Na sanha implacável do insulto, insinua que a prática de colocar minhoca no anzol é um imperativo técnico-científico para o exercício do cargo de ministro da Pesca e Aquicultura.
Ora, como se o ministro da Defesa atirasse de canhão, o dos Esportes fosse atleta ou o Serra, quando na Saúde, soubesse aplicar injeção.
O problema, contudo, não é a minhoca. O problema é o “bispo evangélico”. Isso por si só já basta para, em uma trama cerebrina, a Folha maldar que barcos e bispos se compram com o dito fisiologismo do PT.
Ora, devagar. Que o jornal tenha a sua concepção de governo e o perfil de quem deve ou não participar do ministério, é natural e devemos respeitar, ainda que os 77% de aprovação da presidenta, mesmo depois de ter nomeado um ministro evangélico sem o consentimento e a aprovação prévios da Folha, mostrem o contrário.
O que devemos repudiar é que, em plena Semana Santa, o jornal use de sua verve para promover o preconceito contra os evangélicos e, por tabela, contra a liberdade de culto e a livre expressão do pensamento.
Comportamentos do gênero, sabemos pela história, se extravasam sempre na intolerância, na truculência, na opressão e no ódio.
E já não é de hoje que a Folha assume o melancólico papel de vanguarda de uma imprensa facciosa e inimiga jurada dos evangélicos. Como agora nessa espécie de libelo do Santo Ofício da Inquisição.
Será esse o papel da Folha? Capitalizar a indignação popular por supostos escândalos ainda investigados pelo TCU para envenenar seu público numa cruzada contra evangélicos em uma luta fratricida sem ideal, sem nobreza e grandeza?
Que lamentável eclipse jornalístico, tão distante das tradições democráticas que fizeram da Folha o maior jornal do país.
Artigo escrito por MARCELO CRIVELLA, 54, é ministro da Pesca e Aquicultura
Matéria publicado na Folha de São Paulo.
Em: 16-04-2012 - Fonte: http://marcelocrivella.com.br/site/2012/04/eclipse-jornalistica/